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No Centro do Arco

de João Rasteiro
Editor: Palimage, dezembro de 2003 ‧
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A escrita [de João Rasteiro] surge como acto de amor e vida, no tempo único entre caos e ordem, entre trevas e luz, trabalho realizado numa espécie de vigília que passa, do assombro, à "lucidez do corpo". Essa é a "nitidez" do processo, uma nitidez - uma forma/poema/corpo do poeta - "em constante mutação", como os dedos do autor/criador. A presença do corpo, a presença da pura materialidade que é a forma, surge como única e total presença do sagrado.

No Centro do Arco

de João Rasteiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728575588
Editor: Palimage
Data de Lançamento: dezembro de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 210 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 60
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789728575588

SOBRE O AUTOR

João Rasteiro

João Rasteiro (Ameal – Coimbra, 1965), poeta e ensaísta. Licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade de Coimbra, integra actualmente a Direcção do P.E.N. Clube Português. Integra ainda os Conselhos Editorias das Revistas DEVIR - Revista Ibero-americana de Cultura e Folhas - Letras & Outros ofícios.
Publicou em diversas revistas e antologias em Portugal, Brasil, Itália, França, Espanha, Finlândia, República Checa, Hungria, Moçambique, México, USA, Colômbia, Nicarágua e Chile, possuindo poemas traduzidos para o espanhol, italiano, catalão, inglês, francês, checo, japonês, finlandês, húngaro e occitano.
Obteve vários prémios, mormente a “Segnalazione di Merito” Premio Publio Virgilio Marone, Itália, 2003 e o Prémio Literário Manuel António Pina, 2010. Foi um dos 20 finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura (Poesia), 2012.
Livros: A Respiração das Vértebras, 2001; No Centro do Arco, 2003; Os Cílios Maternos, 2005; O Búzio de Istambul, 2008; Pedro e Inês ou As madrugadas esculpidas, 2009; Diacrítico, 2010; A Divina Pestilência, 2011; Elegias, 2011; Tríptico da Súplica (Brasil), 2011; Pequeña Retrospectiva de la Puesta en Escena (Espanha, bilingue), 2014; Salamanca o la Memoria del Minotauro (bilingue, 2014); Solstício de Dezembro (Ed. restrita de autor, 2014); acrónimo, 2015; Ruídos e Motins, 2016; O gosto solitário do orvalho, 2016; a plaquete, "Natal de quê? De quem?", 2016, 2017, 2018, 2019; A Rose is a Rose is a Rose et Coetera, 2017 (2º ed. 2018); Eu cantarei um dia da tristeza (e-manuscrito, 2017); Poemas en Punto de Hueso: 2001-2017 (Espanha, bilingue, 2017; 2º ed. 2019), Levedura, 2019 e Governadores de Orvalho (contos), 2020.
Em 2009 integrou o livro “O que é a poesia?” (Brasil), organizado pelo poeta Edson Cruz.
Em 2012, 2017 e 2018 integrou, respectivamente, as antologias, "Corté la naranja en dos”, (poesia portuguesa contemporânea, México, Ediciones Libera - compilação e tradução de Fernando Reyes da Universidade Nacional Autónoma do México), “Voces de Portugal. Once poetas de hoy” (Colección Series Mino, 2017 - tradução e coordenação de Pedro Sánchez Sanz) e, a antologia sobre a literatura portuguesa, em número especial organizada e editada pela revista Luvina, revista literária da universidade de Guadalajara, México, no âmbito da Feira do livro de Guadalajara em que Portugal foi o país convidado.
Em 2009 e 2018 organizou antologias dedicadas à poesia portuguesa contemporânea, respectivamente: "Poesia Portuguesa Hoje" (Arquitrave, Colômbia) e “Aquí, en Esta Babilonia” (Amargord, Espanha).
Integrou, desde a sua fundação, o "Cabo Mondego Section of the Portuguese Surrealism”.
Tem participado em diversos festivais literários (essencialmente de poesia), tanto em Portugal, como no estrangeiro, bem como na realização de Oficinas de Escrita Criativa, nomeadamente com os mais novos, em diversas escolas do país.
Em 2017, o grupo 'Os Controversos' (com encenação e adaptação dramatúrgica de Ricardo Kalash) levou à cena a peça 'A rose is a rose', a partir do livro "A rose is a rose is a rose et coetera" (Edições Sem Nome, 2017).
Tem participação diversa (letras), em vários CDs de Fado (Canção) de Coimbra.
Vive e trabalha em Coimbra (Casa da Escrita / Município de Coimbra).
Graça Capinha (FLUC/U.C.), afirma que a poesia de João Rasteiro: “é uma poesia do corpo, físico e essencialmente do corpo da linguagem, com influências que vão desde Herberto Helder a Gertrude Stein".

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