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Salamanca ou a Memória do Minotauro / Salamanca o la Memoria del Minotauro

de João Rasteiro
idioma: português, espanhol
Editor: Palimage, outubro de 2014 ‧
10,00€
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UMA POESIA QUE SE RESPIRA

Não é nada fácil abordar num livro de poemas uma realidade tão marcadamente literária, tão definida nos seus temas como é a de Salamanca. Contudo, essa é a primeira coisa que nos surpreende neste belo livro de João Rasteiro, um amigo da cidade.
O poeta supera temas, evita os lugares comuns, metamorfoseia os seus olhares para que a sua mensagem seja essencialmente poética. Para isso, o poema tem de rasgar a rigidez da forma e converter-se em atmosfera.
Antonio Colinas
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UNA POESÍA QUE SE RESPIRA

No es nada fácil abordar en un libro de poemas una realidad tan marcadamente literaria, tan definida en los tópicos como es Salamanca. Sin embargo, esto es lo primero que nos sorprende en este bello libro de Joao Rasteiro, un amigo de la ciudad.
El poeta supera los tópicos, rehuye los lugares comunes, metamorfosea sus miradas a fin de que su mensaje sea esencialmente poético. Para ello, el poema debe romper la rigidez de la forma y convertirse en una atmósfera.
Antonio Colinas

Salamanca ou a Memória do Minotauro / Salamanca o la Memoria del Minotauro

de João Rasteiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897031137
Editor: Palimage
Data de Lançamento: outubro de 2014
Idioma: Português, Espanhol
Dimensões: 147 x 208 x 6 mm
Páginas: 68
Tipo de produto: Livro
Coleção: Palavra Poema
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897031137

SOBRE O AUTOR

João Rasteiro

João Rasteiro (Ameal – Coimbra, 1965), poeta e ensaísta. Licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade de Coimbra, integra actualmente a Direcção do P.E.N. Clube Português. Integra ainda os Conselhos Editorias das Revistas DEVIR - Revista Ibero-americana de Cultura e Folhas - Letras & Outros ofícios.
Publicou em diversas revistas e antologias em Portugal, Brasil, Itália, França, Espanha, Finlândia, República Checa, Hungria, Moçambique, México, USA, Colômbia, Nicarágua e Chile, possuindo poemas traduzidos para o espanhol, italiano, catalão, inglês, francês, checo, japonês, finlandês, húngaro e occitano.
Obteve vários prémios, mormente a “Segnalazione di Merito” Premio Publio Virgilio Marone, Itália, 2003 e o Prémio Literário Manuel António Pina, 2010. Foi um dos 20 finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura (Poesia), 2012.
Livros: A Respiração das Vértebras, 2001; No Centro do Arco, 2003; Os Cílios Maternos, 2005; O Búzio de Istambul, 2008; Pedro e Inês ou As madrugadas esculpidas, 2009; Diacrítico, 2010; A Divina Pestilência, 2011; Elegias, 2011; Tríptico da Súplica (Brasil), 2011; Pequeña Retrospectiva de la Puesta en Escena (Espanha, bilingue), 2014; Salamanca o la Memoria del Minotauro (bilingue, 2014); Solstício de Dezembro (Ed. restrita de autor, 2014); acrónimo, 2015; Ruídos e Motins, 2016; O gosto solitário do orvalho, 2016; a plaquete, "Natal de quê? De quem?", 2016, 2017, 2018, 2019; A Rose is a Rose is a Rose et Coetera, 2017 (2º ed. 2018); Eu cantarei um dia da tristeza (e-manuscrito, 2017); Poemas en Punto de Hueso: 2001-2017 (Espanha, bilingue, 2017; 2º ed. 2019), Levedura, 2019 e Governadores de Orvalho (contos), 2020.
Em 2009 integrou o livro “O que é a poesia?” (Brasil), organizado pelo poeta Edson Cruz.
Em 2012, 2017 e 2018 integrou, respectivamente, as antologias, "Corté la naranja en dos”, (poesia portuguesa contemporânea, México, Ediciones Libera - compilação e tradução de Fernando Reyes da Universidade Nacional Autónoma do México), “Voces de Portugal. Once poetas de hoy” (Colección Series Mino, 2017 - tradução e coordenação de Pedro Sánchez Sanz) e, a antologia sobre a literatura portuguesa, em número especial organizada e editada pela revista Luvina, revista literária da universidade de Guadalajara, México, no âmbito da Feira do livro de Guadalajara em que Portugal foi o país convidado.
Em 2009 e 2018 organizou antologias dedicadas à poesia portuguesa contemporânea, respectivamente: "Poesia Portuguesa Hoje" (Arquitrave, Colômbia) e “Aquí, en Esta Babilonia” (Amargord, Espanha).
Integrou, desde a sua fundação, o "Cabo Mondego Section of the Portuguese Surrealism”.
Tem participado em diversos festivais literários (essencialmente de poesia), tanto em Portugal, como no estrangeiro, bem como na realização de Oficinas de Escrita Criativa, nomeadamente com os mais novos, em diversas escolas do país.
Em 2017, o grupo 'Os Controversos' (com encenação e adaptação dramatúrgica de Ricardo Kalash) levou à cena a peça 'A rose is a rose', a partir do livro "A rose is a rose is a rose et coetera" (Edições Sem Nome, 2017).
Tem participação diversa (letras), em vários CDs de Fado (Canção) de Coimbra.
Vive e trabalha em Coimbra (Casa da Escrita / Município de Coimbra).
Graça Capinha (FLUC/U.C.), afirma que a poesia de João Rasteiro: “é uma poesia do corpo, físico e essencialmente do corpo da linguagem, com influências que vão desde Herberto Helder a Gertrude Stein".

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