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Nights Of Plague Export

de Orhan Pamuk
idioma: inglês
Editor: FABER & FABER OME, setembro de 2022 ‧
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1901. Night draws in.With the stealth of a spy vessel, the royal ship Azizye approaches the famous vistas of Mingheria. An emerald build of pink stone. The 29th state of the ailing Ottoman Empire.The ship carries Princess Pakize, the daughter of a deposed sultan, her doctor husband, and the Royal Chemist, Bonkowski Pasha. Each of them holds a separate mission. Not all of them will survive the weeks ahead. Because Mingheria is on the cusp of catastrophe. There are rumours of plague - rumours some in power will try to suppress.Plague is not the only killer.Soon, the eyes of the world will turn to this ancient island, where the future of a

Nights Of Plague Export

de Orhan Pamuk

Propriedade Descrição
ISBN: 9780571352937
Editor: FABER & FABER OME
Data de Lançamento: setembro de 2022
Idioma: Inglês
Dimensões: 151 x 232 x 40 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Romance
Livros em Inglês > Outros
Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9780571352937

SOBRE O AUTOR

Orhan Pamuk

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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