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My Name Is Red

Winner Of The Nobel Prize In Literature

de Orhan Pamuk
idioma: inglês
Editor: Faber & Faber, outubro de 2011 ‧
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The Sultan secretly commissions a great book: a celebration of his life and the Ottoman Empire, to be illuminated by the best artists of the day - in the European manner. In Istanbul at a time of violent fundamentalism, however, this is a dangerous proposition. But when one of the miniaturists is murdered, their Master has to seek outside help.

My Name Is Red

Winner Of The Nobel Prize In Literature

de Orhan Pamuk

Propriedade Descrição
ISBN: 9780571268832
Editor: Faber & Faber
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Inglês
Dimensões: 131 x 201 x 43 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 544
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780571268832

SOBRE O AUTOR

Orhan Pamuk

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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