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Mondo Et Autres Histoires

de J. M. G. Le Clézio
idioma: francês
Editor: BELIN EDUCATION - GALLIMARD, abril de 2010 ‧
8,86€
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Ce volume rassemble quatre nouvelles du recueil Mondo et autres histoires : Mondo, Lullaby, Celui qui n'avait jamais vu la mer et Les Bergers. Dans ces nouvelles, Le Clézio nous offre un morceau de la vie de Mondo, Lullaby, Daniel et Gaspar, des enfants qui regardent le monde autrement et vivent en harmonie avec le soleil et la mer. Quatre histoires sur l'émerveillement, la liberté et la plénitude de l'instant présent. Groupements de textes du volume : 1. L'enfant et la nature. 2. Des lettres et des mots.

Mondo Et Autres Histoires

de J. M. G. Le Clézio

Propriedade Descrição
ISBN: 9782701154411
Editor: BELIN EDUCATION - GALLIMARD
Data de Lançamento: abril de 2010
Idioma: Francês
Dimensões: 123 x 178 x 9 mm
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Coleção: Classico College - Texte Integral Et Dossier
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782701154411

Para onde vão os sonhos e de onde vêm as crianças?

Helena Ramos

Mondo é um menino mistério - talvez porque pareça vir do nada e ao nada pertencer. Quem é esta personagem mistério que vai causando no leitor o espanto e o sobressalto de cada movimento seu? Quem toma conta desta criança? Atrevo-me a considera Mondo as crianças do Mundo inteiro que estão entregues a si ou a parábola da inocência e da infância que teima em se desvanecer no ar quando as regras as querem prender atrás de grades!

SOBRE O AUTOR

J. M. G. Le Clézio

NOBEL DA LITERATURA 2008

Escritor e ensaísta francês, Jean-Marie Gustave Le Clézio nasceu em 1940, em Nice, sendo originário de uma família com ascendência inglesa e bretã. Viveu ainda nas Ilhas Maurícias, algo que o levou a ganhar o gosto pelas viagens e pelo conhecimento de novos mundos. Aos 23 anos, depois de se ter licenciado em Letras, em Aix-en-Provence, Le Clézio lançou o seu romance de estreia, Le Procès-Verbal, com o qual ganharia, em 1963, o Prémio Renaudot, um dos mais importantes galardões literários do seu país. Em 1980 Jean-Marie Le Clézio recebeu, em França, o prémio Paul Morand para distinguir o conjunto da sua carreira literária. Nesse ano havia lançado aquela que foi considerada a sua melhor obra, o romance Désert, a epopeia de um jovem descendente de tuaregues. Entre as suas restantes obras destacam-se Fièvre, uma coletânea de contos, e os romances Le Déluge, La Quarantaine e Poisson d'Or. A sua obra está pejada de personagens obcecadas pela morte. O escritor coloca o ser humano a enfrentar diversas experiências que lhe proporcionam viver variados tipos de aventuras interiores. Désert aborda uma das grandes preocupações de Le Clézio, as condições de vida dos povos nómadas ameaçados de extinção, assunto que desenvolveu em diversos ensaios. Entre os povos sobre os quais escreveu, e entre os quais viveu, estão os índios do Panamá e os berberes de Marrocos. Entre 1970 e 1974 viveu com os índios emberas, no Panamá, em plena floresta. Le Clézio conheceu estes índios depois de ter estado dois anos no México a prestar serviço militar, período que aproveitou para viajar e visitar as regiões vizinhas. A mulher de Le Clézio é de origem saraui e juntos lançaram em 1993 Gens des Nuages, um ensaio sobre a terra natal dela. As obras de Le Clézio já foram publicadas em alemão, castelhano, chinês, dinamarquês, grego, inglês, japonês, russo e turco, entre outras, fazendo com que seja um dos autores franceses mais traduzidos no mundo. Desde 2002 integra o júri do Prémio Renaudot. Em 2008 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura. Jean-Marie Le Clézio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008.

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