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Modos de Ver

de John Berger; Tradução: Jorge Leandro Rosa

editor: Antígona, outubro de 2018
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Modos de Ver (1972) revolucionou a forma como olhamos para a arte. O ensaio mais influente e celebrado de John Berger, baseado na série homónima da BBC (um fenómeno de popularidade transversal a públicos), é uma reflexão, em texto e imagens, sobre o modo como as nossas ideias de beleza, verdade, género ou classe social moldam radicalmente a perspectiva que temos da realidade.

E vai além disso, levantando o véu às mensagens subliminares que o poder, a propriedade, a dominação masculina ou a objectificação da mulher deixaram na nossa cultura, dos quadros a óleo à publicidade do século XX. Ao fazer notar que, quando observamos uma pintura ou fotografia, também nos observamos a observá-las, filtrando-as pelas nossas emoções e experiências, Modos de Ver faz de cada olhar uma crítica - um acto empático, político e poderoso.

Em raciocínios clarividentes, Berger percorre a história da arte e democratiza a sua crítica - demolindo os muros entre alta e baixa cultura -, consciente do seu curioso poder de encontrar entre nós semelhanças onde parece só haver diferenças.

Modos de Ver

de John Berger; Tradução: Jorge Leandro Rosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726083290
Editor: Antígona
Data de Lançamento: outubro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 212 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Arte > Artes em Geral Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789726083290
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LEITURA FUNDAMENTAL

Adriana O.

Através de uma escrita simples e objetiva, aliada a fortes imagens, Berger consegue transportar-nos para um campo de pensamento crítico, que nos leva a conhecer a história das imagens e a forma como estas possuem a capacidade de comunicar com o observador. Leitura fundamental para todas as pessoas!

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Ler para Ver

Paula

Indispensável para os amantes da arte, especialmente de arte moderna. Uma leitura fácil e agradável sobre modos de ver, mas sobretudo para pensar e questionar.

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Abrir os olhos

Gonçalo Gomes

Um livro desafiante, que nos faz olhar... para o olhar, com literalmente novos olhos. Mais do que uma teoria, Berger apresenta-nos ferramentas para questionar, de forma (auto)crítica os códigos inscritos na linguagem visual que nos rodeia e que historicamente nos enquadra.

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Aprender a ver

ASilvestre

Um livro que se baseia numa série de tv que, por sua vez, surgiu como resposta à célebre série de tv de Kenneth Clark "Civilization". Uma obra crítica que nos ensina a ver e a contextualizar a arte no universo social e económico em que vivemos. Recomendado.

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Recomendo

Mário Correia

Um lote de ensaios sobre arte e comunicação visual. Um livro que também ajuda a descodificar modelos ideológicos que nos transmitem muitas das imagens do quotidiano.

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Uma boa compra

Claudia

Comprei este livro e fiquei surpreendida com o resultado positivo! Totalmente surpreendida.

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De ver mesmo

joaquim anacleto

Num tempo em que os signos visuais ameaçam impor-se às próprias línguas, só nos resta reaprender a ver. É o que este livro faz, de forma exímia.

John Berger

John Berger (1926-2017), crítico de arte, pintor e escritor inglês, ícone da contracultura e um dos pensadores mais influentes dos nossos dias, avançou contra a corrente num tempo de especialistas e especializações. Em quadros, ensaios, poemas, ficções, argumentos para cinema ou programas de televisão, foi plural também nas suas inspirações, tomando interesse nas franjas da sociedade (os presos, os camponeses, os migrantes) como exemplos de resistência em face da ignomínia de governos e mercados. Foi para escapar a essa infâmia, aliás, que Berger se exilou durante mais de 50 anos na França rural. Ganhou o Prémio Booker em 1972 com o seu romance experimental feminista G., e o seu ensaio mais famoso, Modos de Ver, escrito nesse ano após o êxito retumbante da série homónima da BBC, é uma referência na crítica de arte ainda hoje estudada por académicos e redescoberta pelo público. Com um olhar curioso sobre o mundo, com os pés assentes na terra e as mãos a revolvê-la, soube como poucos expor, ao longo da obra e da vida, as suas convicções políticas, contradições e metamorfoses.

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