Mil Anos de Esquecimento
Enciclopédia da Estória Universal
SINOPSE
Inclui também um texto perdido nos tempos: o relato de um pintor renascentista que se vê enredado numa guerra violenta e sanguinária entre duas cidadelas inimigas, governadas por irmãos desavindos, que encarnam a acesa disputa entre o aristotelismo e o platonismo, depois de mil anos de esquecimento.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896651664 |
| Editor: | Alfaguara Portugal |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 247 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 216 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896651664 |
OPINIÃO DOS LEITORES
O livro que não se esquece
Nmar
Como sempre, a escrita de Afonso Cruz é brilhante. São mil anos de esquecimento, num livro que não vão esquecer. Lindo!
Mil Anos mais
C.L.
Primeira leitura que fiz de Afonso Cruz, fiquei imediatamente rendido ao modo criativo como escreve, como nos enreda a atenção com o inusitado ou o fora do banal, por vezes desafiando o que é óbvio, sem contudo nunca fugir da esfera da razão ou daquilo que é possivel, a fazer lembrar Borges. É por isso uma leitura que transborda o momento em que se lê, que se demora um pouco mais enquanto nos faz companhia, e nos provoca curiosidade. Além do mais, Afonso Cruz parece ser um coleccionador de metáforas, sendo, aqui e ali, capaz de encontrar o belo!
a enciclopédia de afonso cruz
António José Cravo
a criatividade de afonso cruz espelhada em mais um exemplar da enciclopédia. mil anos se passarão, não é muito tempo, e a enciclopédia será citada pelas suas citações. o reencontro com algumas das personagens que constituem o universo ficcional de afonso cruz, leva-nos a redescobrir que "eu perdoo sempre aos meus amigos, mas vingo-me primeiro" e que o poder de deus é limitado e tem de recorrer aos historiadores. entre a ficção e a sátira uma viagem lúcida ao mundo em que vivemos. a não perder
A não esquecer!
Emanuel Guerreiro
Mais um volume da Enciclopédia que Afonso Cruz iniciou em 2009. Cruzando nomes, personagens, histórias e livros anteriores, a narrativa encaixa como um labirinto que se desfaz. De destacar a narrativa mais longa, que dá título ao volume, onde se evocam os artistas do Renascimento, o confronto entre as filosofias platónica e aristotélica e a ênfase do valor da arte.
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