Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis
Editor: Alêtheia Editores, outubro de 2015 ‧
Publicado em 1881, Memórias Póstumas de Brás Cubas é considerada uma das obras mais inovadoras da literatura brasileira e o romance mais marcante da vasta obra de Machado de Assis. Narrado na primeira pessoa por um «defunto autor» e dedicado «ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver», este livro retrata a escravidão, a doença, o amor e a estratificação social através de um improvável e irónico enredo, e marca o início do Realismo no Brasil.

Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896227197
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: outubro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 219 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 150
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896227197

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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