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Marquês de Pombal, Réu Confesso

de Camilo Castelo Branco
Editor: Editora Guerra & Paz, maio de 2022 ‧
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Quem foi Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal? Um grande homem ou um déspota cruel? Camilo Castelo Branco escreveu este livro em resposta às celebrações do centenário da morte de Pombal, em 1882, mostrando o lado negro da vida do governante.

Mais do que um perfil, é uma acusação e, por isso, tomámos a liberdade, nesta nova edição, de lhe dar um novo título, retirado do último capítulo da obra: Marquês de Pombal - Réu Confesso.

Camilo, o grande romancista, apresenta-se aqui numa faceta menos divulgada, a de biógrafo e historiador, numa obra que pretendia isenta e que, além do valor literário, propicia uma enriquecedora reflexão sobre um governante que despertou paixões e ódios, num período marcante da história de Portugal.

«Este rigoroso libelo acusatório foi uma voz discordante, porventura a que gritou mais alto, no concerto laudatório que celebrou entre nós o primeiro centenário da morte do grande Marquês.»
Manuel Simões (1924-1995), diretor da Casa de Camilo

Marquês de Pombal, Réu Confesso

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897028038
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: maio de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 231 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789897028038

Interessante

Miguel Monteiro

Não tão apaixonante como outros escritos do incontornável e gigante Camilo! Mas um interessante documento histórico sobre um personagem icónico da nossa história!

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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