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Maria da Fonte

de Camilo Castelo Branco
Editor: Bertrand Editora, abril de 2025 ‧
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Camilo Castelo Branco, um dos escritores mais férteis da literatura portuguesa, destacou-se pela sua vasta produção literária.

A sua obra é marcada pela profundidade emocional e pelo olhar atento aos dramas humanos.

Em 1884, Camilo publicou o livro Maria da Fonte, uma obra histórica que descreve a revolta popular de 1846 no Minho, na qual ele próprio participou.

A obra, dividida em quatro partes - «Marias da Fonte», «Casimiro, o presbítero», «O Miguelismo» e «Epistolário, pedreiros-livres, etc.» - retrata a trajetória da revolta, a participação ativa das mulheres nesse movimento, as ações do padre Casimiro José Vieira que as liderou e o confronto entre miguelistas e liberais.

Para escrever esta obra, que mistura o relato histórico com um toque pessoal, Camilo baseou-se nas suas memórias da revolta e no livro do padre Casimiro sobre o tema.

Maria da Fonte

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722548786
Editor: Bertrand Editora
Data de Lançamento: abril de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 239 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722548786
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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