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Livro Negro de Padre Dinis

de Camilo Castelo Branco
Editor: Parceria, março de 2007 ‧
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O Livro Negro de Padre Dinis, de 1855, é a obra central dos inícios camilianos: Posterior aos Mistérios de Lisboa, de 1853, é justamente a sua continuação, sendo várias vezes referido nessa obra anterior e surgindo como fundamento da sua construção, pois a figura do padre, personagem dominante nos Mistérios, torna-se no herói do Livro Negro, que é em parte escrito por ele, e onde se constam as origens desconhecidas do seu nascimento em Itália, a sua intervenção nas campanhas de Napoleão e a sua amizade com o Imperador, a sua paixão e ciúme pela mulher que o levam ao crime, em existência de elite e perturbação num domínio senhorial em França.

Livro Negro de Padre Dinis

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728645373
Editor: Parceria
Data de Lançamento: março de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 166 x 241 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 312
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789728645373

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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