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Les Douze Dernieres Pieces T.2

de Henrik Ibsen
idioma: francês
Editor: ACTES SUD, abril de 2003 ‧
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Les douze dernières pièces composées par ibsen forment un cycle qui a son mouvement et sa cohérente propres. Ibsen l'a conçu tel pour raconter un monde dont les certitudes abusives sont ébranlées et oú peuvent s'exprimer les blessures secrètes d'individus révoltés contre l'oppression des apparences. Dans ce monde - qui fait toujours écho au nôtre - la vérité est une catastrophe ; elle naît dans la souffrance individuelle ou le trouble social. souffrance et trouble qui sont le bien et la matière de l'artiste au travail, figure qui domine les quatre dernières pièces du cycle. Les pièces sont proposées dame leur intégralité et dans une nouvelle traduction pour rendre à ibsen se place parmi les grands génie dramatiques.

Les Douze Dernieres Pieces T.2

de Henrik Ibsen

Propriedade Descrição
ISBN: 9782743304874
Editor: ACTES SUD
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Francês
Páginas: 403
Tipo de produto: Livro
Coleção: Imprimerie Nationale
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Artes de Palco
Livros em Francês > Arte > Outras Artes
EAN: 9782743304874

SOBRE O AUTOR

Henrik Ibsen

Henrik Johan Ibsen, dramaturgo, poeta e encenador, nasceu a 20 de março de 1828 em Skien, na Noruega, numa família da classe média alta, de comerciantes bem-sucedidos. Aos quinze anos, altura em que abandonou os estudos para se tornar aprendiz de farmacêutico na cidade de Grimstad, começou a escrever as primeiras peças. Decide dedicar-se definitivamente à escrita depois de ter falhado os exames para ingressar na Universidade de Cristiânia, atual Oslo. Em 1850, com apenas vinte e dois anos, publica, sob pseudónimo, Catilina e Túmulo de Guerreiros. Mudou-se para Bergen, para trabalhar no Det Norske Teater, onde foi responsável pela escrita, encenação e produção de centenas de peças, e, mais tarde, regressou à capital para ocupar o cargo de diretor criativo do Teatro de Cristiânia. Durante esses anos, continuou a escrever, mas a sua produção não encontrava eco na crítica. Em 1858, casa-se com Suzannah Thorensen, com quem tem um filho, Sigurd. Em 1864, desencantado com o país e pela situação financeira que vivia, abandonou a Noruega e estabeleceu-se em Sorrento, na Itália. Foi aí, no ano seguinte, que escreveu Brand, a peça que inaugurou o seu sucesso literário, a que se sucedeu Peer Gynt, considerada a sua magnus opus, e para a qual Edvard Grieg compôs a famosa suite homónima. Em 1868, Ibsen, já um dramaturgo reconhecido e estabelecido, então a viver na Alemanha, inaugura a fase realista da sua obra com Os Pilares da Sociedade (1877), a que se seguiu Casa de Bonecas (1879), peça que lhe granjeou o reconhecimento internacional, e Um Inimigo do Povo (1882), uma tríade de dramas sociais que denuncia o moralismo vigente. Patos Selvagens (1884), Rommersholm (1886) e Hedda Gabler (1890) constituem a fase final da produção de Ibsen, considerado um dos dramaturgos mais influentes da literatura ocidental e o autor mais vezes levado à cena desde Shakespeare. Observador atento da sociedade e crítico feroz do moralismo atávico do final do século XIX, antecipou muitas das críticas sociais e controvérsias modernas com um sentido poético singular.

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