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Le Rouge Et Le Noir

de Stendhal
idioma: francês
Editor: HACHETTE EDUCATION, abril de 2011 ‧
7,38€
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Au rouge des armes, Julien Sorel préfèrera le noir des ordres. Au cours de son ascension sociale, deux femmes se singularisent, comme pour figurer les deux penchants de son caractère : Madame de Rênal - le rêve, l'aspiration à un bonheur pur et simple - et Mathilde de La Mole - l'énergie, l'action brillante et fébrile. A ces composantes stendhaliennes (conception de la vie qui dépasse la stratégie narrative pour s'étendre à l'existence de l'auteur) correspondent deux facettes stylistiques : la sobriété et la restriction du champ de vision. Dans cette Chronique de 1830, bien avant l'existence du cinéma donc, Stendhal alterne les prises de vue pour concilier réalisme et romantisme. Le Rouge et le Noir, portrait social, est également un roman de l'individualité où le regard des personnages sert de philtre au narrateur et où la cristallisation stendhalienne, cette phase irisée De l'amour, trouve un formidable support dans les champs, contrechamps, plongées et contre-plongées. Cette écriture visuelle ajoute à l'analyse une intelligence psychologique profonde. Inversement, le ton dépouillé permet au romantisme d'éviter le lyrisme abusif et de demeurer ironique envers la société sclérosée de la France de la Restauration. --Sana Tang-Léopold Wauters

Le Rouge Et Le Noir

de Stendhal

Propriedade Descrição
ISBN: 9782012814585
Editor: HACHETTE EDUCATION
Data de Lançamento: abril de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 551
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblio Lycee
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782012814585

SOBRE O AUTOR

Stendhal

Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era fugir à disciplina paterna para se tornar um famoso dramaturgo. Seria, no entanto, pelos seus romances que Stendhal ficaria conhecido.
Três anos mais tarde, depois de uma passagem pelo exército de Napoleão que o levara até Itália, Stendhal encontra-se de novo em Paris, envolvido em vários projetos literários que nunca chegariam a ser concluídos. Nessa altura, a sua grande ambição era tornar-se um novo Moliére.
No ano de 1806, Henri Beyle foi nomeado comissário militar adjunto na cidade alemã de Brunswick, o que marcou o início de uma carreira que lhe permitiu conhecer a Alemanha, a Áustria e a Rússia.
Com a queda do Império Francês, em 1814, Henri decidiu instalar-se em Milão. A esta mudança para Itália corresponde a afirmação da carreira literária de Stendhal. As suas amizades políticas em Milão não eram bem vistas pelas forças ocupantes austríacas, tendo o escritor regressado a Paris no ano de 1821. Até 1830, a vida de Stendhal em Paris é marcada por uma intensa atividade social e intelectual. O aparecimento do seu "Racine et Shakespeare", em 1823, é considerado um dos primeiros manifestos do Romantismo em França.
Com a monarquia constitucional de Louis-Philippe, resultado da revolução de julho de 1830, Henri é nomeado cônsul no porto de Civitavecchia, nos Estados Papais. Isolado e longe da intensa vida parisiense, Stendhal encontra muitos obstáculos à sua escrita, tendo por isso dedicado o seu tempo a narrações de carácter autobiográfico. Nesta última fase da sua vida, Stendhal produziu alguns dos títulos mais importantes da sua obra. Quando morreu, no dia 23 de março de 1842, Stendhal estava de licença em Paris. Deixou-nos obras magníficas como "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma" e uma série de fabulosos contos.

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