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La Zapatera Prodigiosa

de Federico García Lorca
idioma: espanhol, inglês
Editor: AUSTRAL, outubro de 2006 ‧
10,14€
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«La zapatera prodigiosa es una farsa simple, de puro tono clásico, donde se describe un espíritu de mujer... y se hace, al mismo tiempo y de manera tierna, un apólogo del alma humana... Yo quise expresar en mi Zapatera... la lucha de la realidad con la fantasía (entendiendo por fantasía todo lo que es irrealizable) que existe en toda criatura... No hay más personaje que ella y la masa del pueblo que la circunda con un cinturón de espinas y carcajadas... Lo más característico de esta simple farsa es el ritmo de la escena, ligado y vivo, y la intervención de la música que me sirve para desrealizar la escena y quitar a la gente la idea de que 'aquello está pasando de veras', así como también para elevar el plano poético con el mismo sentido que lo hacían nuestros clásicos», Federico García Lorca. Joaquín Forradellas ofrece en esta edición un texto crítico, enriquecido con documentos que lo contextualizan y analizado desde varias perspectivas que permiten una lectura de La zapatera prodigiosa sobre el trasfondo de todo el teatro lorquiano.

La Zapatera Prodigiosa

de Federico García Lorca

Propriedade Descrição
ISBN: 9788467034042
Editor: AUSTRAL
Data de Lançamento: outubro de 2006
Idioma: Espanhol, Inglês
Encadernação: Capa mole
Páginas: 190
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788467034042

SOBRE O AUTOR

Federico García Lorca

Federico García Lorca (Fuente Vaqueros, 1898-Granada, 1936), foi poeta e dramaturgo, conhecido também como músico e artista. Nascido na Andaluzia, estudou Direito em Granada e transferiu-se mais tarde para Madrid, onde fez amizade com artistas como Luis Buñuel e Salvador Dalí e os poetas Rafael Alberti e Juan Ramón Jiménez. Aí publicou os seus primeiros poemas. Concluído o curso, foi para os Estados Unidos e para Cuba, período turbulento em que escreveu os seus poemas surrealistas. Voltando a Espanha, criou um movimento de teatro chamado La Barraca. Foi ainda um excelente pintor, compositor e pianista. Como autor de teatro, Lorca fez incursões no drama histórico e na farsa antes de obter sucesso com a tragédia. As três tragédias rurais passadas na Andaluzia, Bodas de Sangue (1933), Yerma (1934) e A Casa de Bernarda Alba (1936) asseguraram a sua posição como grande dramaturgo.
Em julho de 1936, alarmado pelo começo da Guerra Civil, Lorca deixou Madrid e partiu para Granada, mas a sua premonição de uma morte fatal, que atravessa toda a sua obra, concretizou-se quando, numa noite, foi assassinado por nacionalistas.

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