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La Surrealista Oculta

de Valentine Penrose
idioma: espanhol
Editor: WUNDERKAMMER, fevereiro de 2020 ‧
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Una de las poetas más eminentes de Francia, como la definió Paul Éluard, Valentine Penrose (1898-1978), nacida Boué, formó parte del grupo surrealista de los años 20-30 en París, y sin embargo ha sido prácticamente olvidada por el relato oficial y las antologías del movimiento. Con una obra poética verdaderamente original, cargada de referentes mágicos y esotéricos, femeninos y naturales, de gran sensualidad y erotismo netamente lésbico, Penrose ha sido acaso más conocida por su novela La condesa sangrienta, que eclipsó el resto de su trabajo. Wunderkammer edita por primera vez en castellano su obra literaria completa, que incluye en este volumen los poemarios Imágenes de Épinal (1926), Hierba a la luna (1935), Poemas (1937), Suertes del fulgor (1937), Dones de las femeninas (1951, con veintisiete collages realizados por la propia autora) y Las magias (1972); diversos poemas publicados en revistas y antologías, y algunos poemas inéditos, además de sus piezas en prosa El nuevo Cándido, Martha's Opera y un ensayo sobre el pintor Antoni Tàpies.Si hasta ahora era conocida por ser la primera esposa de Roland Penrose y por su amistad con Éluard, Picasso, Max Ernst, Óscar Domínguez o Man Ray, esta edición deberá contribuir a que su voz poderosa, sugerente y magnética ocupe finalmente el lugar que le corresponde por mérito propio.

La Surrealista Oculta

de Valentine Penrose

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494972584
Editor: WUNDERKAMMER
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788494972584

SOBRE O AUTOR

Valentine Penrose

Valentine Penrose (1898 - 1978), foi uma das primeiras mulheres a participar no movimento surrealista, para o qual levou uma obra poética excepcional, impregnada de automatismo, imagens insólitas, erotismo, exotismo, mitos, lendas e magia.Da mesma geração de André Breton e de outros fundadores do movimento, Valentine Penrose ligou-se ao grupo surrealista a partir dos anos vinte. Como muitas mulheres associadas ao grupo, exerceu fascínio pela sua beleza: Roland Penrose (pintor, escritor e crítico de arte inglês com quem foi casada), Max Ernst e Wolfgang Paalen pintaram o seu retrato, Man Ray fotografou-a. Foi admirada como poeta, especialmente por Paul Éluard, que lhe escreveu prefácios elogiosos para Herbe à la Lune (1935) e Dons des Féminines (1951). A sensualidade, o erotismo por vezes ousado, a celebração do feminino, o ritmo musical e as imagens surpreendentes fazem dos poemas de Valentine Penrose belíssimas raridades.

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