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La Condesa Sangrienta

de Valentine Penrose
idioma: espanhol
Editor: WUNDERKAMMER, fevereiro de 2020 ‧
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Esta es la historia real de Erzsébet Báthory,una condesa húngara del siglo XVI que fueapodada «la condesa sangrienta» o también«la alimaña». Mujer fascinante y de bellezamagnética, su fijación por la juventud, labrujería y un sadismo fuera de toda medidala llevaron a convertirse en una de lasmayores asesinas de la historia: más deseiscientas doncellas murieron torturadasy desangradas en los sótanos de su castillode Csejthe. Cuatro siglos después, la poetasurrealista francesa Valentine Penrose(1898-1978) sucumbió al hechizo de laCondesa y reconstruyó su vida en forma denovela, con una minuciosidad y un lirismofuera de lo común. Por encima de todo enjuiciamiento,la autora logra transmitirnoscon libertad y viveza las profundidades deun personaje maldito que ha trascendidola crónica negra para convertirse en mito.Quizá porque, tal como afirma Penrose enel texto: «No nos fascina lo agradable, nosfascina lo insondable».

La Condesa Sangrienta

de Valentine Penrose

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494972577
Editor: WUNDERKAMMER
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788494972577

SOBRE O AUTOR

Valentine Penrose

Valentine Penrose (1898 - 1978), foi uma das primeiras mulheres a participar no movimento surrealista, para o qual levou uma obra poética excepcional, impregnada de automatismo, imagens insólitas, erotismo, exotismo, mitos, lendas e magia.Da mesma geração de André Breton e de outros fundadores do movimento, Valentine Penrose ligou-se ao grupo surrealista a partir dos anos vinte. Como muitas mulheres associadas ao grupo, exerceu fascínio pela sua beleza: Roland Penrose (pintor, escritor e crítico de arte inglês com quem foi casada), Max Ernst e Wolfgang Paalen pintaram o seu retrato, Man Ray fotografou-a. Foi admirada como poeta, especialmente por Paul Éluard, que lhe escreveu prefácios elogiosos para Herbe à la Lune (1935) e Dons des Féminines (1951). A sensualidade, o erotismo por vezes ousado, a celebração do feminino, o ritmo musical e as imagens surpreendentes fazem dos poemas de Valentine Penrose belíssimas raridades.

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