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Julgada pelos Seus Pares e Outras Histórias

de Susan Glaspell
Editor: U.Porto Press, dezembro de 2024 ‧
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Concretiza-se, com a publicação deste livro, um projeto que foi idealizado por Ana Luísa Amaral. Lançada a oportunidade de a U.Porto Press beneficiar do programa da FLAD / Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento de apoio à tradução de obras literárias escritas por autores americanos, a proposta de Ana Luísa Amaral foi imediata: deveríamos publicar contos de Susan Glaspell (1876-1948).

Os quatro contos que publicamos exemplificam os temas que mais preocuparam a autora americana: a solidão, a justiça, a crítica social e a opressão feminina. Estes são temas que, contudo, não foram ainda resolvidos.

Neste sentido, ler Susan Glaspell hoje não é apenas um ato de justiça literária face a uma autora que abriu caminhos em tantos sentidos, mas sobretudo um ato ético e empático: uma afirmação da vontade de escuta das vozes esquecidas, silenciadas e marginalizadas - e da capacidade para reconhecermos o seu eco em muitas lutas contemporâneas.

Julgada pelos Seus Pares e Outras Histórias

de Susan Glaspell

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897464065
Editor: U.Porto Press
Data de Lançamento: dezembro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 104 x 146 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 164
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789897464065

SOBRE O AUTOR

Susan Glaspell

Susan Glaspell nasceu em 1876 em Davenport, no Iowa (EUA). Desde cedo se afirmou pelo seu espírito combativo e irreverente. Licenciou-se em Filosofia na Drake University.
É autora de uma vasta obra, distribuída por diferentes géneros: nove romances, catorze peças para teatro, cerca de cinquenta contos, um texto de literatura para jovens e uma biografia. O seu primeiro romance, A Glória dos Conquistados (The Glory of the Conquered, 1909), tornou-se um best-seller, mas a sua irreverência revelou-se mais forte na sua obra dramática, acolhida com grande simpatia pela crítica e pelo público. Embora a fama lhe tenha sido assegurada por Bagatelas (Trifles, 1916), foi com A Casa de Alison (Alison’s House, 1930) que granjeou o Prémio Pulitzer de Teatro. Em 1920, as suas peças começaram a ser publicadas no Reino Unido, onde obteve ainda maior reconhecimento como dramaturga.

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