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Já ninguém chora por mim

de Sergio Ramírez
Editor: Porto Editora, fevereiro de 2019 ‧
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Há muito reformado da Polícia Nacional, o inspetor Dolores Morales trabalha agora como detetive privado, investigando adultérios para uma clientela de poucos recursos, a partir da sua agência situada num shopping center depauperado, em Manágua. Mas um acontecimento imprevisto vai arrancá-lo da rotina: desapareceu a enteada de um dos homens mais poderosos do país e Morales recebe a incumbência de encontrá-la.

Rapidamente, o desaparecimento da jovem revelará a ponta de um icebergue que esconde as cloacas do sistema político e social do país. É nesse momento que Morales compreende que não é só o paradeiro da rapariga que tem de descobrir, mas as verdadeiras razões pelas quais ela desapareceu.

Carregado de humor e ironia, e com a mestria narrativa que caracteriza toda a sua obra, Sergio Ramírez regressa ao policial com uma das suas personagens mais memoráveis, traçando um implacável retrato social da realidade nicaraguana, seguindo a mais pura tradição do género negro.

Já ninguém chora por mim

de Sergio Ramírez

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-03158-7
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 312
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972003158710
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Ótimo

Suélibm

No início achei a história um pouco confusa mas a medida que ia lendo comecei a adorar e a não querer parar de ler. Recomendo

SOBRE O AUTOR

Sergio Ramírez

Sergio Ramírez nasceu em Masatepe, Nicarágua, em 1942. Faz parte da geração de escritores latino-americanos que surgiu depois do boom e, após um longo exílio voluntário na Costa Rica e na Alemanha, abandonou por algum tempo a sua carreira literária para se integrar na revolução sandinista que fez cair a ditadura do último Somoza. Em 1984 foi eleito vice-presidente da Nicarágua, apoiando a candidatura de Daniel Ortega, de quem mais tarde se distanciaria politicamente a ponto de se tornar um dos mais acérrimos críticos do atual presidente. Em 1996 colocou um ponto final na sua vida política e passou a dedicar-se apenas à escrita.
Com o romance Castigo divino (1988) obteve o Prémio Dashiell Hammett em Espanha, e, com o seguinte, Un baile de máscaras, ganhou o Prémio Laure Bataillon para o melhor romance estrangeiro traduzido em França. Em 1998 venceu o Prémio Alfaguara com Margarita, está lindo o mar. Em 2011 recebeu, no Chile, o Prémio Ibero-Americano de Letras José Donoso pelo conjunto da sua obra literária e, em 2014, o Prémio Carlos Fuentes. Em 2017 foi-lhe atribuído o Prémio Cervantes.

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