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Compañía En La Isla Desierta

de Sergio Ramírez
idioma: espanhol
Editor: EDITORIAL/REVISTA LITERARIA ANFORA NOVA, dezembro de 2025 ‧
20,38€
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Espléndido libro del escritor nicaragüense y Premio Cervantes de Literatura Sergio Ramírez, que incluye un amplio repertorio de artículos, ensayos y reflexiones, junto con otros textos de ficción e inéditos de uno de los autores iberoamericanos de más relevancia en la actualidad. Esta edición ha sido preparada por Francisco Javier Sancho Mas, quien subraya sobre su contenido que está compuesto por ?textos que abordan momentos históricos puntuales de América Latina, en donde se vislumbra el devenir de la cultura y la finita permanencia de los clásicos, a través de una mirada que abarca temas que conectarán con el interés variopinto de muchas lectoras y lectores a ambos lados del Atlántico. Toda la obra narrativa de Sergio Ramírez se ha labrado por medio de un pertinaz diálogo con la tradición cultural y la historia política y social. El realismo del autor nicaragüense, es fruto de una concepción del oficio de escribir que implica mantener ?la ventana abierta', según lo define el propio Ramírez.?

Compañía En La Isla Desierta

de Sergio Ramírez

Propriedade Descrição
ISBN: 9791399039924
Editor: EDITORIAL/REVISTA LITERARIA ANFORA NOVA
Data de Lançamento: dezembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 215 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9791399039924

SOBRE O AUTOR

Sergio Ramírez

Sergio Ramírez nasceu em Masatepe, Nicarágua, em 1942. Faz parte da geração de escritores latino-americanos que surgiu depois do boom e, após um longo exílio voluntário na Costa Rica e na Alemanha, abandonou por algum tempo a sua carreira literária para se integrar na revolução sandinista que fez cair a ditadura do último Somoza. Em 1984 foi eleito vice-presidente da Nicarágua, apoiando a candidatura de Daniel Ortega, de quem mais tarde se distanciaria politicamente a ponto de se tornar um dos mais acérrimos críticos do atual presidente. Em 1996 colocou um ponto final na sua vida política e passou a dedicar-se apenas à escrita.
Com o romance Castigo divino (1988) obteve o Prémio Dashiell Hammett em Espanha, e, com o seguinte, Un baile de máscaras, ganhou o Prémio Laure Bataillon para o melhor romance estrangeiro traduzido em França. Em 1998 venceu o Prémio Alfaguara com Margarita, está lindo o mar. Em 2011 recebeu, no Chile, o Prémio Ibero-Americano de Letras José Donoso pelo conjunto da sua obra literária e, em 2014, o Prémio Carlos Fuentes. Em 2017 foi-lhe atribuído o Prémio Cervantes.

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