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El Cielo Llora Por Mí

de Sergio Ramírez
idioma: espanhol
Editor: ALFAGUARA, dezembro de 2008 ‧
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Asesinatos y narcotráfico, policías y cárteles. Nadie es inocente. El inspector Dolores Morales y el subinspector Bert Dixon, antiguos guerrilleros y miembros del Departamento de Narcóticos de la policía nicaragüense, investigan la desaparición de una mujer. Las únicas pistas son un yate abandonado en la costa, sospechoso de transportar drogas, un libro quemado y una camiseta ensangrentada. El caso se agravará tras la aparición de varios cadáveres, entre ellos el del principal testigo. En una Managua caótica y ardiente los protagonistas tendrán que enfrentarse con valentía y humor, no sólo a los poderosos cárteles de Cali y de Sinaloa, sino a antiguos compañeros de insurrección que se han adaptado mejor a los tiempos y han traicionado sus viejos ideales. El cielo llora por mí es una novela policíaca narrada con tensión e ironía, una visión ácida de una sociedad en la que las fuerzas del bien son a veces las fuerzas del mal y en la que Sergio Ramírez hace un colorido y esperpéntico retrato de un mundo de narcos, crímenes, corrupciones y abusos de poder.

El Cielo Llora Por Mí

de Sergio Ramírez

Propriedade Descrição
ISBN: 9788420422732
Editor: ALFAGUARA
Data de Lançamento: dezembro de 2008
Idioma: Espanhol
Dimensões: 149 x 242 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788420422732

SOBRE O AUTOR

Sergio Ramírez

Sergio Ramírez nasceu em Masatepe, Nicarágua, em 1942. Faz parte da geração de escritores latino-americanos que surgiu depois do boom e, após um longo exílio voluntário na Costa Rica e na Alemanha, abandonou por algum tempo a sua carreira literária para se integrar na revolução sandinista que fez cair a ditadura do último Somoza. Em 1984 foi eleito vice-presidente da Nicarágua, apoiando a candidatura de Daniel Ortega, de quem mais tarde se distanciaria politicamente a ponto de se tornar um dos mais acérrimos críticos do atual presidente. Em 1996 colocou um ponto final na sua vida política e passou a dedicar-se apenas à escrita.
Com o romance Castigo divino (1988) obteve o Prémio Dashiell Hammett em Espanha, e, com o seguinte, Un baile de máscaras, ganhou o Prémio Laure Bataillon para o melhor romance estrangeiro traduzido em França. Em 1998 venceu o Prémio Alfaguara com Margarita, está lindo o mar. Em 2011 recebeu, no Chile, o Prémio Ibero-Americano de Letras José Donoso pelo conjunto da sua obra literária e, em 2014, o Prémio Carlos Fuentes. Em 2017 foi-lhe atribuído o Prémio Cervantes.

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