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História de Dois Patifes e Outras Prosas

de Fialho de Almeida
Editor: Editora Guerra & Paz, março de 2020 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Fialho de Almeida era dono de um sarcasmo destruidor, mas também de uma ternura imensa. Autor de uma obra vasta, nome maior das letras portuguesas, hoje muito esquecido. História de Dois Patifes e Outras Prosas procura recuperar o legado de Fialho enquanto ficcionista. Recolhem-se aqui vários contos representativos da obra do escritor, bem como dois textos não-ficcionais, demonstrativos da versatilidade da sua escrita. Do divertido conto que dá nome à antologia, a história de dois gatos rebeldes e malcomportados, até ao delírio fantástico de «O sineiro de Santa Ágata», passando por histórias tocantes e profundamente humanas, como «Sempre amigos» ou «O filho», ou a descrição assombrosa da ceifa alentejana.

História de Dois Patifes e Outras Prosas

de Fialho de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897024641
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: março de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 232 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897024641

SOBRE O AUTOR

Fialho de Almeida

Fialho de Almeida nasceu em 1857, em Vila de Frades, Alentejo. De origens humildes, cedo veio para Lisboa estudar. Mas as voltas do destino levaram-no a trabalhar numa farmácia, ainda adolescente. Em 1885, licenciou-se em Medicina. Contudo, a profissão não o seduzia, e Fialho dedicou-se à escrita e ao jornalismo. Distingue-se como contista, tendo publicado as recolhas: Contos (1881), a sua estreia em livro, bem como A Cidade do Vício (1882), Lisboa Galante (1890) e O País das Uvas (1893). Em 1889, começa a escrever Os Gatos, publicação periódica de crítica e crónica, a sua obra mais conhecida. Morreu em Cuba, Alentejo, em 1911. Publicou ainda em vida: Pasquinadas (1890); Vida Irónica (1892), Madona do Campo Santo (1896); À Esquina (1903). Postumamente, foram editados: «Barbear, Pentear» (1911); Saibam quantos… (1912); Estâncias de Arte e de Saudade e Aves Migradoras (1921); Figuras de Destaque (1924); Actores e Autores e Vida Errante (1925); e Cadernos de Viagem: Galiza, 1905 (1996).

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