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Fundoianu Fondane Et L'Avant-Garde

de Benjamin Fondane
idioma: francês
Editor: PARIS-MEDITERRANEE, Janeiro de 1999 ‧
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Benjamin Fondane ne cesse de s'interroger sur l'homme et sur l'art moderne, et il le fait à sa manière : avec une lucidité méthodique, dans un discours qui cherche toujours la juste mesure. Avec son sens du grave, de l'essentiel, du primordial, il se charge de donner une portée métaphysique aux signifiants que véhiculent les avant-gardes. Ce volume réunit un ensemble de textes de Fondane consacrés aux avant-gardes, textes publiés dans les revues roumaines ou inédits. Le dossier est complété par un choix de lettres de Fondane et de ses correspondants, pour la plupart inédites. Textes réunis et présentés par Petre Raileanu et Michel Carassou.

Fundoianu Fondane Et L'Avant-Garde

de Benjamin Fondane

Propriedade Descrição
ISBN: 9782842720575
Editor: PARIS-MEDITERRANEE
Data de Lançamento: Janeiro de 1999
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pieds Dans Le Plat
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > História da Arte
EAN: 9782842720575

SOBRE O AUTOR

Benjamin Fondane

Benjamin Fondane, filho de pai comerciante e mãe originária de uma família intelectual judaica, nasceu em Iasi, na região da Moldávia, em 1898. Começou a publicar poemas em revistas com apenas 14 anos, e, pouco mais tarde, traduções suas de poemas em iídiche. Escreveu ativamente na imprensa judaica e romena até 1923. Em dezembro desse ano, mudou-se para Paris, cidade fervilhante de cultura e escapatória (por pouco tempo) para as perseguições anti-semitas que ocorriam na Roménia.
Em 1938, naturaliza-se francês. Pouco depois, rebenta a Segunda Guerra Mundial, e, em 1940, é feito prisioneiro de guerra por parte dos alemães, mas acaba por ser libertado por questões de saúde.
Na França ocupada, recusa marcar-se com a cruz amarela. Entretanto, conhece Emil Cioran, no qual exerce uma influência decisiva para o desvio das suas juvenis simpatias para com o fascismo. Em 7 de março de 1944, no seguimento de uma denúncia, Fondane e Line são detidos e levados para o Campo de Drancy. Aciona-se uma pressão (por Emil Cioran e Stéphane Lupasco, de entre outros) para a sua libertação, a qual é aprovada, com o argumento de ser «esposo de uma ariana». Mas não se consegue nada em relação à irmã, e Fondane recusa-se a abandoná-la. São então ambos deportados para Auschwitz em 30 de maio. Line será a primeira a morrer. Fondane sobrevive-lhe alguns meses, durante os quais, nos momentos de liberdade, cimenta amizades em discussões sobre poesia e filosofia.

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