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La Conciencia Desdichada

de Benjamin Fondane
idioma: espanhol
Editor: HERMIDA EDITORES, S.L, abril de 2024 ‧
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La conciencia desdichada es la obra filosófica más importante de Benjamin Fondane poeta, escritor y crítico rumano expatriado a Francia en 1923 y alineado de forma natural en sus comienzos, y de raíz una vez forjada su gran amistad, al pensador Lev Shestov. Ambos denuncian fundamentalmente la cultura racionalista marcada por el positivismo.Al principio cercano al espíritu subversivo del dadaísmo, rápidamente identificó su revuelta a través del absurdo con el enfoque irracionalista de Shestov. Es bajo la influencia y cercanía a la filosofía de su maestro, lo que le lleva a deconstruir la tradición del logos originaria desde Grecia. Su luz para denunciar el conflicto radical entre la realidad construida y el existir ajeno a todo ello, entre el conocimiento y su contrario. De la atribulada luz sobre este divorcio íntimo, nace la conciencia desdichada.

La Conciencia Desdichada

de Benjamin Fondane

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412786866
Editor: HERMIDA EDITORES, S.L
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 350
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788412786866

SOBRE O AUTOR

Benjamin Fondane

Benjamin Fondane, filho de pai comerciante e mãe originária de uma família intelectual judaica, nasceu em Iasi, na região da Moldávia, em 1898. Começou a publicar poemas em revistas com apenas 14 anos, e, pouco mais tarde, traduções suas de poemas em iídiche. Escreveu ativamente na imprensa judaica e romena até 1923. Em dezembro desse ano, mudou-se para Paris, cidade fervilhante de cultura e escapatória (por pouco tempo) para as perseguições anti-semitas que ocorriam na Roménia.
Em 1938, naturaliza-se francês. Pouco depois, rebenta a Segunda Guerra Mundial, e, em 1940, é feito prisioneiro de guerra por parte dos alemães, mas acaba por ser libertado por questões de saúde.
Na França ocupada, recusa marcar-se com a cruz amarela. Entretanto, conhece Emil Cioran, no qual exerce uma influência decisiva para o desvio das suas juvenis simpatias para com o fascismo. Em 7 de março de 1944, no seguimento de uma denúncia, Fondane e Line são detidos e levados para o Campo de Drancy. Aciona-se uma pressão (por Emil Cioran e Stéphane Lupasco, de entre outros) para a sua libertação, a qual é aprovada, com o argumento de ser «esposo de uma ariana». Mas não se consegue nada em relação à irmã, e Fondane recusa-se a abandoná-la. São então ambos deportados para Auschwitz em 30 de maio. Line será a primeira a morrer. Fondane sobrevive-lhe alguns meses, durante os quais, nos momentos de liberdade, cimenta amizades em discussões sobre poesia e filosofia.

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