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Fazer a Paisagem no Alto Douro Vinhateiro

Desafios de um território-museu

de Natália Fauvrelle
Editor: Edições Afrontamento, novembro de 2022 ‧
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A paisagem do Alto Douro Vinhateiro foi musealizada com a classificação como Património Mundial, facto que levanta diferentes questões decorrentes do modelo de gestão implementado.

Partindo dos conceitos de paisagem e património, questiona-se como os mesmos são representados por quem gere e pelas comunidades que fazem a paisagem, procurando uma nova abordagem concetual que permita melhorar a eficácia da gestão deste território-museu.

Baseando-se numa perspetiva fenomenológica, este trabalho analisa a paisagem nas suas diferentes dimensões, tendo sempre presente o papel do ser humano na construção de objetos, locais e práticas musealizadas. O ponto de partida é o saber incorporado e não a representação, implicando que a investigação resulte da vivência do espaço e não de uma abordagem exterior e distanciada.

É o corpo humano e os seus limites que permitem o conhecimento da paisagem. Entendendo o artefacto paisagem como um elemento da cultura material, o principal contributo da pesquisa é propor a adoção dos princípios da gestão museológica para o ADV, complementando o modelo já existente.

Fazer a Paisagem no Alto Douro Vinhateiro

Desafios de um território-museu

de Natália Fauvrelle

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723619362
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: novembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 171 x 241 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História em Geral
EAN: 9789723619362

SOBRE O AUTOR

Natália Fauvrelle

É licenciada e mestre em História da Arte (FLUP), tendo obtido o grau de mestre com a dissertação Quintas do Douro: as arquitecturas do vinho do Porto (1999), distinguida com o prémio da Associação Internacional de História e Civilização da Vinha e do Vinho. Doutorou-se em Museologia (2018) com a tese Fazer a paisagem no Alto Douro Vinhateiro: desafios de um território-museu, distinguida com o prémio Estudo sobre Museologia daAssociação Portuguesa de Museologia. É coordenadora dos Serviços de Museologia do Museu do Partindo dos conceitos de paisagem e património, questiona-se como os mesmos são representados por quem gere e pelas comunidades que fazem a paisagem, procurando uma nova abordagem concetual que permita melhorar a eficácia da gestão deste território-museu. Baseando-se numa perspetiva fenomenológica, este trabalho analisa a paisagem nas suas diferentes dimensões, tendo sempre presente o papel do ser humano na construção de objetos, locais e práticas musealizadas. O ponto de partida é o saber incorporado e não a representação, implicando que a investigação resulte da vivência do espaço e não de umaabordagem exterior e distanciada. É o corpo humano e os seus limites que permitem o conhecimento da paisagem. Entendendo o artefacto paisagem como um elemento da cultura material, o principal contributo da pesquisa é propor a adoção dos princípios da gestão museológica para o ADV, complementando o modelo já existente. Douro, projeto em que colabora desde 2002. É investigadora do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória. Integrou a equipa responsávelpela candidatura a Património Mundial do Alto Douro Vinhateiro e a direção do ICOMOSPortugal entre 2015-2021. Participou em diferentes projetos de investigação e museologia,publicando diversas obras e artigos na área do património vitivinícola da região do Douro.

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