Esteiros

de Soeiro Pereira Gomes

editor: Editorial Caminho, abril de 1997
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Gineto, Gaitinhas, Malesso, Maquineta, tantos outros, são os operários-meninos dos telhais à beira dos esteiros do Tejo. Sujeitos à dureza do trabalho quando o conseguem arranjar, vadiando ou roubando para comer durante o resto do tempo, apesar de tudo - sonham.
Esteiros é um dos textos inaugurais do neo-realismo e um romance marcante da literatura portuguesa do século XX.

Esteiros

de Soeiro Pereira Gomes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722108157
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: abril de 1997
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 185 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Caminho Jovens
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789722108157
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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O melhor de dois mundos

Carla Ferreira

Sempre me interessei muito por obras que retratassem a realidade da sociedade portuguesa no início do sec. XX, porque sendo este um tempo tão próximo de nós, ele não podia estar mais distante... Este livro acertou na mouche! Não apenas no retrato impecavél que tece da classe operária da altura, mas também no vernáculo riquíssimo que carrega e que infelizmente, hoje já não pauta o nosso léxico. Lamento que não seja mais conhecido.

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Esteiros

Sofia

Um livro onde é descrito um tempo já passado, com uma dura realidade - o trabalho infantil.

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livro maravilhoso

barbara santos

este livro retrata a vida de muitas crianças que não tiveram uma infância digna. recomendo

Soeiro Pereira Gomes

Joaquim Soeiro Pereira Gomes (Baião, 1909 – Lisboa, 1949) estudou em Espinho e Coimbra (onde tirou o curso de regente agrícola) e trabalhou em Angola. Fixou-se em Alhandra e, a partir de 1939, começa a escrever no semanário oposicionista O Diabo. Tendo aderido ao PCP em 1937, passou à clandestinidade em 1944, sendo eleito para o Comité Central em 1946. Além de Esteiros (cujo desenho da capa da primeira edição é de Álvaro Cunhal), na sua bibliografia há ainda outro romance, Engrenagem (publicação póstuma em 1951), bem como recolhas de contos (Contos Vermelhos ou Refúgio Perdido e Outros Contos) e de crónicas. A sua correspondência com a mulher, Manuela Câncio dos Reis, está publicada no livro Eles Vieram de Madrugada (1981).

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