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Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde

de Antonio Tabucchi
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, agosto de 2021 ‧
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Com este romance epistolar - "uma pequena comédia humana de bolso" na definição irónica do autor - Tabucchi renova uma ilustre tradição narrativa, embora rompendo os seus códigos e subvertendo o género.

Ora com ternura, ora com sensualidade, nostalgia, remorso, paixão, rancor, raiva ou delírio, dezassete personagens masculinas através de dezassete cartas a outras tantas figuras femininas, tecem os fios de uma insólita trama narrativa feita de círculos concêntricos que parecem alargar-se para o nada, pobres vozes monologantes ávidas de uma resposta que não chegará nunca.

A essas cartas responde por fim, recolhendo as diversas vivências num romance epistolar polifónico, uma voz feminina distante e implacável, e ao mesmo tempo a transbordar de compaixão. O conjunto é um extraordinário percurso por entre as paixões humanas, onde o amor é um ilusório ponto central, na realidade ponto de fuga que conduz às regiões mais obscuras da alma.

Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde

de Antonio Tabucchi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722072557
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: agosto de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 238 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722072557

SOBRE O AUTOR

Antonio Tabucchi

Antonio Tabucchi (1943-2012) nasceu em Pisa, onde fez os seus estudos, primeiro na Faculdade de Letras e depois na Scuola Normale Superiore. Ensinou nas Universidades de Bolonha, Roma, Génova e Siena. Foi Visiting Professor no Bard College de Nova Iorque, na École de Hautes Études de Paris e no Collège de France. Publicou 27 livros, entre romances, contos, ensaios e textos teatrais. As suas obras estão traduzidas em mais de 40 países. Recebeu numerosos prémios nacionais e internacionais. Sozinho, ou com Maria José de Lancastre, traduziu para italiano a obra de Fernando Pessoa. Considerando que a sua pátria é também a língua portuguesa, escreveu um romance em português, Requiem, 1991. O seu teatro foi levado ao palco, entre outros, por Giorgio Strehler e Didier Bezace. O Fio do Horizonte, Nocturno Indiano, Afirma Pereira e Requiem foram adaptados ao cinema respetivamente por Fernando Lopes, Alain Corneau, Roberto Faenza e Alain Tanner.

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