Escolhido Pelas Estrelas

Antologia poética

de Zbigniew Herbert
Editor: Assírio & Alvim, novembro de 2009 ‧
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«Num país com uma grande tradição poética, Zbigniew Herbert pertence à mesma geração de Czeslaw Milosz, Tadeusz Rozewicz e Wislawa Szymborska. O Senhor Cogito — uma espécie de anti-herói e o seu alter ego—é uma das grandes criações literárias do século XX. A sua poesia é de uma grande sobriedade, rigorosa e límpida. A sua paixão pela história e literatura clássicas estão presentes em inúmeros poemas. Mas só ilusoriamente a sua poesia é clássica. Zbigniew Herbert é um mestre da ironia histórica. Joseph Brodsky define-a bem quando diz que a “sua poesia acrescenta à biografia da civilização a sensibilidade de um homem que não foi derrotado por um dos séculos mais eficazes na desumanização da espécie. A sua ironia, a sua reserva austera e a sua compaixão, a lucidez do seu lirismo, a intensidade do seu sentimento para com a antiguidade clássica, não são armadilhas de um poeta moderno, mas a armadura necessária—no seu caso bem temperada e sem dúvida brilhante—para que o homem não seja esmagado pela arremetida da realidade”».
Jorge Sousa Braga

Escolhido Pelas Estrelas

Antologia poética

de Zbigniew Herbert

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1416-6
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: novembro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 205 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789723714166

SOBRE O AUTOR

Zbigniew Herbert

Zbigniew Herbert (Lviv, 1924 – Varsóvia, 1998), poeta e ensaísta polaco, é, segundo a crítica, uma das figuras mais marcantes da literatura europeia da segunda metade do século XX. Na vigência do regime estalinista no seu país, foi diversas vezes impedido de publicar, dada a sua recusa em obedecer à estética oficial. O seu primeiro livro de poesia, Struna swiatla (Corda de Luz), data de 1956. Seguiram-se vários outros, incluindo o célebre Pan Cogito (Senhor Cogito), de 1974. Considerado um poeta do histórico, do filosófico, do político e, ao mesmo tempo, do indivíduo, Herbert foi também um exímio ensaísta, tendo o volume Um Bárbaro no Jardim, de 1962, ou os ensaios recolhidos em Natureza Morta com Brida, de 1993, e em Labirinto à Beira-Mar, de 2000, ajudado a consolidar a sua enorme reputação internacional. Um crítico do New York Times chegou a afirmar: «Num mundo justo, Zbigniew Herbert teria já há muito sido galardoado com o Prémio Nobel.»

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