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Em Viagem de uma Alemanha à Outra

de Günter Grass; Tradução: Paulo Rêgo

editor: PUBLICACOES D.QUIXOTE, maio de 2013
No dia 1 de janeiro de 1990, Günter Grass começou a redigir um diário que manteve durante treze meses. Ao longo desse período ocorre a reunificação alemã, que se torna a sua principal preocupação. Nesse mesmo ano, Grass desenha, reflete, escreve, dialoga, lê, cozinha, faz jardinagem e viaja… viaja de uma Alemanha para a outra, da RFA para a RDA, da Alemanha de ontem para uma Alemanha renovada, com desvios momentâneos à sua Gdansk natal, à Dinamarca, a Portugal, a Praga e a Paris, onde escreveu O Tambor.

Foi tempo também de retratar intelectuais e políticos com quem se reuniu por diversas ocasiões. Sente-se, neste seu diário, um processo de divórcio com o seu próprio país, com anotações que revelam controvérsias, fontes de desespero, mas também a sua singularidade literária, pontuadas por dezanove ilustrações do próprio autor.

Em Viagem de uma Alemanha à Outra

de Günter Grass; Tradução: Paulo Rêgo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722052276
Editor: PUBLICACOES D.QUIXOTE
Data de Lançamento: maio de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 236 x 34 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789722052276
Günter Grass

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1999

Escritor alemão nascido a 16 de outubro de 1927, na cidade de Danzig.
Na década de 30 alistou-se nas fileiras da Juventude Hitleriana. Tinha apenas doze anos quando deflagrou a Segunda Guerra Mundial e, assim que atingiu os dezasseis, foi recrutado pelo exército. Ferido em combate em meados de 1944, voltou ao campo de batalha pouco tempo depois, mas acabou por ser aprisionado pelas tropas norte-americanas e levado para Marienbad, na Checoslováquia.
Libertado em 1946, passou por um período difícil em que teve que sobreviver trabalhando na agricultura, numa mina de potassa, e como aprendiz de pedreiro. A experiência conseguida neste último labor fez com que se entusiasmasse pela via criativa, e em 1948 conseguiu ser admitido no curso de Pintura e Escultura da Academia das Artes de Düsseldorf. Transitou em 1953 para a Academia Estatal de Belas-Artes de Berlim Ocidental, obtendo o seu diploma em 1955. Após se ter associado à célebre tertúlia Gruppe 47, reputada pela crítica social e espírito inovador, empreendeu uma viagem que o levou a lugares como a França, a Itália e a Espanha.
Fixando-se em Paris em 1956, começou a trabalhar como escultor, dedicando também parte do seu tempo à escrita, encetando um romance e compondo versos e peças de teatro que passaram despercebidas. Não obstante, obteve grande reconhecimento a nível internacional logo após a publicação de Die Blechtrommel, em 1959. Estabelecido como romancista, Grass regressou à República Federal Alemã em 1960, escolhendo Berlim como seu domicílio. Continuou a escrever, publicando os dois volumes que, com Die Blechtrommel, formam o corpus que ficou conhecido como a Trilogia de Danzig, pelo facto de Grass fazer decorrer a ação das três obras nessa cidade. Katz Und Maus (1961) e Hundejahre (1963) concentravam-se também na análise do panorama político alemão durante e após a Segunda Guerra Mundial, e vieram confirmar a reputação de Günter Grass. O autor passou então a escolher Berlim como alvo preferencial do olhar astuto que caracterizou a sua obra.
Interessando-se pela militância política, deixou-se contratar por Willy Brandt, na altura dirigente do Partido Social Democrata, mais tarde eleito chanceler. A partir da década de 70, debruçou-se sobre temas de importância, como o pacifismo, a ecologia, o feminismo e o papel dos intelectuais na feitura de um mundo melhor.
Considerado como um porta-voz da sua geração, Günter Grass não só foi eleito presidente da Academia das Artes de Berlim em 1983, como viu a sua obra ser agraciada com elevadas distinções, como por exemplo, o Prémio Internacional Mondello, a Medalha Alexander-Majakovsky, o Prémio Literário Príncipe das Astúrias e o Prémio Nobel da Literatura, atribuído em 1999.
Para além das obras já referidas, convém destacar Aus Dem TagebuchEiner Schneke (1972), Der Butt (1977), Die Rättin (1986) e Im Krebsgang (2002), pelo modo como se preocupa com o futuro da civilização.
Faleceu no dia 13 de abril de 2015, aos 87 anos, na cidade de Lübeck, na Alemanha.

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