editor: Tinta da China, novembro de 2018
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Novo romance de Dulce Maria Cardoso, sete anos depois do estrondoso sucesso de O Retorno, o livro que pôs Portugal a falar pela primeira vez sobre os retornados, o maior tabu da sua história recente.

Eliete é um romance construído em torno da protagonista homónima, e é o seu mundo que Dulce Maria Cardoso apresenta agora aos leitores. Estar a meio da vida é como estar a meio de uma ponte suspensa, qualquer brisa a balança. A vida da Eliete vai a meio e, como se isso não bastasse, aproxima-se um vendaval.

Mas este é ainda o tempo que será recordado como sendo já terrivelmente estranho, apesar de ninguém dar conta disso. Porque tudo parece normal. Deus está ausente ou em trabalhos clandestinos. De tempos a tempos, a Pátria acorda em erupções festivas, mas lá se vai diluindo. E a Família?

Eliete

de Dulce Maria Cardoso

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896714581
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: novembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 200 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 308
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896714581
e e e e e

Seres normais

Francisco Pedro Amâncio

Ler Eliete faz perceber que aquela vida é muito normal e que a normalização das pessoas está em todas as casas. Adoro comprovar que também eu sou um normal que anda por aqui. Obrigado Dulce !!

e e e e E

Anda cá Eliete.

Manuela Cunha

Anda cá Eliete, nessa normalidade dos dias, das famílias, das profissões, do país a celebrar o futebol e da evolução das relações interpessoais via aplicações tecnológicas. Anda cá Eliete, fazer-te de mediana mas com uma profunda análise do mundo que vês e nos mostras, arremessando um passado. Anda cá Eliete, dizer-nos que profunda mudança desencadeias em ti sem que quase ninguém à volta te confronte com isso, tirando a amiga Milena para quem vais manter para sempre essa aparência que é também aquela que a sociedade te pede : ter uma família aparentemente feliz. Anda cá Eliete, descobrir algo que, não sendo importante, é mais uma peça importante do teu passado. Assim o li.

e e e e e

Delicioso

nointeriordoslivros.blogspot.com

Eliete conta-nos a história de uma mulher menos que perfeita, que vive uma vida pouco mais que banal e que lida com todas essas imperfeições e banalidades como qualquer um de nós, anónimos protagonistas de vidas igualmente imperfeitas e banais. E, em parte, é isso que faz dela uma obra tão cativante.

e e e e E

Cru. Real.

Raquel Silva

"A Eliete somos todas nós." - dizia-me uma amiga, quando pela primeira vez me recomendaram esta autora, e este livro em particular. E não é que é verdade? Vemo-nos nas suas dúvidas, anseios, culpas, desilusões, amores e desamores. Na sua solidão. Contexto muito, muito atual e a autora tem uma linguagem tão incisiva que nos corta. Aguardo pela parte II.

e e e e e

Dulce, o próximo, por favor

Fábio Lavos Martins

Eliete é só mais um feito tremendo de Dulce Maria Cardoso, que justifica todos os dias que deixem de lhe chamar " a autora do Retorno" ( inesquecível, de facto). Um romance intemporal sobre a extraordinária vida de qualquer ser humano. É isso que é Eliete, uma tremenda apologia da vida, personificada por uma mulher no meio da sua vida, em balanço, e sempre a caminho. Queremos ler o resto. E queremos que Dulce Maria Cardoso não pare de escrever.

e e e e e

Eliete

Maria Alves

Em Eliete, Dulce Maria Cardoso deixa claro o seu valor enquanto escritora. Uma história construída com mestria e solidez. Leitura envolvente.

e e e e e

Somos todos Eliete

Joana Reis

Uma história de vida com um pouco de cada um de nós e das vivências do país nas últimas décadas, com um realismo e uma escrita intensa que agarra o leitor desde a primeira página (na verdade desde a primeira linha...) e que leva a ler sem parar. E no final, um desfecho empolgante que deixa o leitor já à espera do volume 2 desta "Eliete".

e e e e e

ELIETE

António José Cabral

Foi o meu primeiro contato com a escrita da Dulce Maria Cardoso. Descoberta deslumbrante! Fez-me ler mais livros dela, não me arrependi.

e e e E E

Folhetim moderno

Rui

A vidinha da Eliete numa escrita normal, mas não normalizada. A autora parece ter aparado toda a gordura e deixou só o osso. Lê-se num fôlego e até parece fácil, fiquei com um travo de... Honestamente, não sei se vou ler a segunda parte do folhetim.

e e e e E

Uma boa surpresa

Sofia Cortez

É um livro muito real, para pessoas como eu que nasceram no final dos anos 70 e viveram a infância nos anos 80 em Portugal. A história da Elite poderia ser de qualquer um de nós, da mesma geração. Os mesmos dramas, a mesma realidade, o crescer naquele tempo e aquelas circunstâncias. É um livro cru e muito bem escrito. Que retrata as relações entre as pessoas: na familia, no amor, no trabalho, na escola, com os filhos e por ai fora. O desafio de se ser mulher e tudo o que se espera de uma mulher.

e e e e E

A vida normal, como ela é

Rui Oliveira Gomes

Dulce Maria Cardoso (DMC), com a sua escrita simples e cativante escreve esta história de pessoas normais com vidas normais, com problemas normais, num tempo normal (para nós) onde a normalidade é descrita de forma anormalmente interessante. Pode parecer estranho o normal revelar-se tão interessante, mas DMC dá-nos isso mesmo e é aliciante.

e e e e e

Atual, interessante, viciante

M Silva

O relato de uma “vida normal” com pedaços de História. Uma escrita viciante, como já nos habituou Dulce Maria Cardoso. Aguardo com suspense o desenlace desta história de Eliete.

e e e e e

Uma preciosidade

Joana

Dulce Maria Cardoso depois do maravilhoso "Retorno" volta a arrebatar com este magnífico "Eliete".

Dulce Maria Cardoso

Dulce Maria Cardoso publicou os romances Eliete (2018, livro do ano, entre outros, no Público, Expresso e no JL, Prémio Oceanos e finalista do Prémio Femina), O Retorno (2011, Prémio Especial da Crítica e livro do ano dos jornais Público e Expresso), O Chão dos Pardais (2009, Prémio PEN Clube Português e Prémio Ciranda), Os Meus Sentimentos (2005, Prémio da União Europeia para a Literatura) e Campo de Sangue (2001, Prémio Acontece, escrito na sequência de uma Bolsa de Criação Literária atribuída pelo Ministério da Cultura).
Os seus romances estão traduzidos em várias línguas e publicados em mais de duas dezenas de países. A tradução inglesa de O Retorno recebeu, em 2016, o PEN Translates Award.
Publicou contos em revistas e jornais, a maioria dos quais reunida nas antologias Até Nós (2008) e Tudo São Histórias de Amor (2014). Alguns deles fazem parte de várias antologias estrangeiras, e «Anjos por dentro» foi incluído na antologia Best European Fiction 2012, da Dalkey Archive. Em 2017, foram publicados os textos Rosas, escritos no âmbito da estada em Lisboa de Anne Teresa de Keersmaeker, quando a coreógrafa foi a Artista na Cidade. Criou, ainda, a personagem Lôá, a menina Deus, para uma série da RTP2.
A obra de Dulce Maria Cardoso é estudada em universidades de vários países, fazendo parte de programas curriculares, e tem sido objeto de várias teses académicas, bem como adaptada a cinema, teatro e televisão. A autora tem participado em vários festivais de prestígio internacional.
Em 2012, recebeu do Estado francês a condecoração de Cavaleira da Ordem das Artes e Letras. Assina, na Visão, a coluna «Autobiografia não autorizada» (crónicas publicadas em livro, em 2021 e 2023).

(ver mais)
Eliete

Eliete

10%
Tinta da China
16,90€ 10% CARTÃO
portes grátis
O Retorno

O Retorno

10%
Tinta da China
21,90€ 10% CARTÃO
portes grátis
Não se Pode Morar nos Olhos de Um Gato

Não se Pode Morar nos Olhos de Um Gato

10%
Editorial Teorema
17,50€ 10% CARTÃO
portes grátis
Luanda, Lisboa, Paraíso

Luanda, Lisboa, Paraíso

10%
Companhia das Letras
17,45€ 10% CARTÃO
portes grátis