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El Banquer Anarquista

de Fernando Pessoa
idioma: espanhol, catalão
Editor: QUADERNS CREMA, outubro de 2013 ‧
9,17€
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El present relat, «faula dialèctica»ùen paraules del mateix Pessoaùon un banquer anarquista per convicció construeix discursivament un pamflet irònic i incendiari contra la societat burgesa i la divinització dels diners, és un dels textos més populars i brillants de l'autor. Traduït a les més diverses llengües, continua sorprenent i fascinant els lectors per l'enginy paradoxal i el cinisme d'insuperable actualitat que traspuen els mots del cèlebre banquer. «Hi ha, doncs, una cosa evidentà En l'estat social present no és possible un grup d'homes, per ben intencionats que siguin, per preocupats que estiguin només a combatre les ficcions socials i treballar per la llibertat, que treballin junts sense que espontàniament creïn tirania entre sià sense destruir en la pràctica tot allò que volen en la teoria.»

El Banquer Anarquista

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9788477275510
Editor: QUADERNS CREMA
Data de Lançamento: outubro de 2013
Idioma: Espanhol, Catalão
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Contos
EAN: 9788477275510

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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