Dom Casmurro

de Machado de Assis
Editor: Book Cover Editora, dezembro de 2021 ‧
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Como narrador, Bento é um homem mais velho a refletir e a escrever sobre a sua vida. O relato começa quando ele tem quinze anos de idade, no ano de 1857.
Ele começa a sua história voltando ao dia em que a sua mãe faz uma promessa a Deus de que o seu filho se tornaria, um dia, padre.
No entanto, durante a sua adolescência, Bento começa a apaixonar-se por uma rapariga chamada Capitu, vizinha da sua família. Percebe então que a eventual separação da sua companheira de infância parece inevitável e vê-se forçado a ir para o seminário.
Assim, apesar do seu amor por Capitua, Bento cumpre a promessa de sua mãe, mas não sem que o casal prometa construir um futuro juntos e casar-se um dia, quaisquer que sejam as circunstâncias, após o regresso de Bento do seminário.
Porém, uma vez casados, Bento e Capitu devem enfrentar outros obstáculos.
Dom Casmurro é considerada a obra-prima do realismo literário de Assis, na qual, através de um narrador pouco fiável, um marido ciumento e vingativo, reflete acerca das adversidades e contratempos que viveu ao longo do seu casamento.

Dom Casmurro

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899067189
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 208 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: Essenciais da Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899067189

classico

F.

Um daqueles livros que sempre ouvimos falar mas raramente pensei em ler. É um livro muito bom se nos quisermos iniciar nos clássicos brasileiros.

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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