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Dois Contos Sombrios e um Poema de Amor | Dos Cuentos Oscuros y un Poema de Amor

de Eça de Queirós
idioma: português, espanhol
Editor: EL GALLO DE ORO EDICIONES, maio de 2022 ‧
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O maior dos romancistas portugueses de todos os tempos fez notáveis incursões no género do conto, escrevendo peças que se destacam pela sua técnica apurada e grande precisão narrativa.

Eça escreveu inúmeras histórias - dos mais variados temas - ao longo da sua vida; apareciam em publicações muito diversas: obras coletivas, revistas culturais, imprensa...

As duas histórias e o poema que integram esta publicação são mais uma demonstração da sua vocação narrativa sem limites.

Dois Contos Sombrios e um Poema de Amor | Dos Cuentos Oscuros y un Poema de Amor

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412416893
Editor: EL GALLO DE ORO EDICIONES
Data de Lançamento: maio de 2022
Idioma: Português, Espanhol
Dimensões: 127 x 200 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9788412416893

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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