Direito da Religião
Laicidade, pluralismo e cooperação nas relações Igreja-Estado
Editor:
Edições Almedina, maio de 2024 ‧
ver detalhes do produto
58,41€
10% DESCONTO
IMEDIATO
YVRWdU9VZFNWakIwV1c5UFJ6WmhNRmR2UjA1V05ITkhiRWgwY0dOUE1DOHdhRlJWUnpkUGEwUXlUV1JVWkhoTVQzQkpTamgzVVU1RVdVNXJTR2h0VEUxaFltOUNSMHRIYjA5a2JrNXBNVEU0VkVkNlpVWXlkakV4YjJkeldXaDRaMUp6UWtaVFdYaENNalUyYUdVME0xcEJVbmd4U2xweWJXSjJja0p2V1U5SVNXUlhOVmgwY1ZSRVpYRmFNV2RVZFd0Q05XTjRaREphY0Vac05WQm9VVXRRWlc5V2FXbHFiM2cwU2taaE1sbGFXRlE1VERWMGFFbFpVRFJ0TXpSYVQzcHZURGcwY1hCSVVqQlZXbGswYm1adksweHVaVUl4WTFnemVGb3hlWGRHUzJKcGNEZDRUekZ0UmtablFWRklRM1Z2WW5SaFVIQktiWGt3WTBWU0t6WkxWbmR5T0hWaVNUVjZRMmxCU201WVVFVkVVbEIzUkdzMmQxZEhWM0ZHVTFkR1FtZEplR3RwTW5sWWFUVnNhbTFDU2xobFRrbFJLekJrZDI4MWFHNVVVMlJ5ZUROVk56RXJhMEUxUmtWd2RsSTBRa0pLU0dZeEsxWlJabUpCYVhJdk0wWnFORUpyVUdGYU1VdDZkbkJ5Y2t0SVZrZFVVR3hqUVhCVmVYWTBVbE4wUjFCWWRIZFVUVWRVTm05TlprZHJlV2xMVFZWNmEwOUVia3hvWm1WVVExbHFUSEp4TjI1dGJUTlpjeTgyY1hkTmNrNHliR3hOSzNCR1ozWnRkbkJUYm01Q2NIVmFMMGRwYzJsTFZFSXlhemRPYnpKVlVuUkRWakZEV0V0cVUzQnVLelp5T0hVd2VtNXVlR2xvZEZCUFUxQkhOWFpGY2xnMVVIZGpVVTExY1ZJNVZTOUpNRUpUWkV0NU1VSnVhVGxDVmtaclozcDJiVTRyTVVKTE1rSjBXakIyZUhnNGJsbHRWU3RhUzBKelZHVnhjbVprT0hkNGFIQkRZMmhDYTFCalVsTnFLMlJhYUhrNU5Vc3dkM2RtTjFsWFNucERSbGRWWTFwdVJHczFjM0JKWldnMVIxVXhiejA9Oml6YVl3dUxvOVBGbVN5YTUwYlJVZUE9PQ==
portes grátis
SINOPSE
Nunca como hoje se falou tanto de Religião, não obstante a sociedade secularizada em que se vive, na qual, paradoxalmente, se alude ao regresso do religioso. Como quer que seja, os debates atuais em torno da Religião configuram-se em moldes assaz diversos dos que ocorreram na passagem da Idade Moderna à Idade Contemporânea.
Sendo a Religião um fenómeno humano e social, não podia o Direito ignorá-lo, pelo que se pretende neste livro apresentar as suas coordenadas fundamentais, considerando o contexto do Estado de Direito. É uma obra panorâmica, em que se analisam os tópicos da relevância jurídica da Religião, trabalho ainda não oferecido, nesses termos, no Portugal da III República, tarefa tanto mais urgente quanto é certo o novo paradigma que foi trazido pela Constituição de 1976 e pela Lei da Liberdade Religiosa de 2001.
Não se parte de qualquer pré-juízo, pejorativo, acerca da Religião, como realidade irracional ou obscura da condição humana. Pelo contrário: é necessário que o Direito a encare como manifestação legítima do homo religiosus que desde sempre se provou existir, demonstrando-se a injustiça da menorização do Direito da Religião no seu papel de proteção da liberdade religiosa e da laicidade do Estado.
Sendo a Religião um fenómeno humano e social, não podia o Direito ignorá-lo, pelo que se pretende neste livro apresentar as suas coordenadas fundamentais, considerando o contexto do Estado de Direito. É uma obra panorâmica, em que se analisam os tópicos da relevância jurídica da Religião, trabalho ainda não oferecido, nesses termos, no Portugal da III República, tarefa tanto mais urgente quanto é certo o novo paradigma que foi trazido pela Constituição de 1976 e pela Lei da Liberdade Religiosa de 2001.
Não se parte de qualquer pré-juízo, pejorativo, acerca da Religião, como realidade irracional ou obscura da condição humana. Pelo contrário: é necessário que o Direito a encare como manifestação legítima do homo religiosus que desde sempre se provou existir, demonstrando-se a injustiça da menorização do Direito da Religião no seu papel de proteção da liberdade religiosa e da laicidade do Estado.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789894020325 |
| Editor: | Edições Almedina |
| Data de Lançamento: | maio de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 234 x 46 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 620 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Manuais Universitários |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Direito
>
Direito Constitucional
|
| EAN: | 9789894020325 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
O Direito à Objecção de Consciência20%Vega14,04€ 10% + 10% CARTÃO
-
A Constituição Fluida10%Edições Almedina51,21€
56,90€portes grátis