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idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, março de 2008 ‧
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Pyotr Verkhovensky and Nikolai Stavrogin are the leaders of a Russian revolutionary cell. Their aim is to overthrow the Tsar, destroy society and seize power for themselves. Together they train terrorists who are willing to go to any lengths to achieve their goals - even if the mission means suicide.

Demons

de Fiódor Dostoiévski

Propriedade Descrição
ISBN: 9780141441412
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: março de 2008
Idioma: Inglês
Dimensões: 134 x 196 x 40 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 880
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780141441412

SOBRE O AUTOR

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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