Democratizar o Desporto
Qual o contributo das autarquias locais?
Editor:
5livros, março de 2022 ‧
ver detalhes do produto
12,50€
10% DESCONTO
CARTÃO
V2tWWFRIaGhNWFZ3YzA5eWMwWk1aRFpQYXl0c1UzRmtZamgwT0VzeVMwRTFUMlJETmxvek5VaE1lbVptT0M5S1FXdHVNVVY2TldScFJWazJjMFZtWm5KQlQzSTJhVFZTYTJGTWJUaEVSRGgyTWs5c2NsTTFNV3h2UmtwdU9Yb3JZbEJHYlU0NVEyMVFNVmRWVG5OaVZHaGlXWEpKV0U1VVZVcE1VVW96UlVwTVpXaHNheTh3VjA1MmJFUXJWa280Ylc0dk9WQmhXUzlKZERaWU5sWmpSa1paT1ZwMldqTmhSRlkyUjBRd0wxUkRiMFUwYkhOR1FXcEZZemhJY0dScWNXTXhSWFkxVjJwb2MySlphMkpNVkRKSGFsTmFNVWwwZGpsMldFSjJZVlZOYkZsQ1Z6Vm1ZWGR6UVRkd1VscDBjM1pETHl0MWJYYzJjWEU0VmxCWlFuTk5aRzUyS3poM2FXMDRhRlIzZWtwSlQwRlJUWE5vVTFaRFdVTmhUUzlJTUVoVVFrRkZRazkzT0hGVmNHbHFlRlZFWkhkRFNFODRUMDl0TVM5YWRuWllTVzk1Vld4cWIzQkxUVWMxVVRWV2VsazNkbHBQYXpCa2FrVlBUbWwyZVZNMFFTOWhhbTVHYTAwd09IcEVhVFZUVUROSk4yazFVRUpNV0d0d1EyMHpkblpwT1U0ME56QnljV3MyVG5kbVVXdHdWalJKZDJ3eFVVNXViME5QTUZSRmVrWlpiRWt6Wkd3eWJERjRTVnBzY2pCVmQzbDJWbWR1YVdKWVVtTm5la3hwTWk5VGFqUXJaM0J3YlU1RWRGSXhOMk14ZUZnek1GRXJTMkZDWWs5SmVFaHZhR2hJUTJJMk1XWmpjVmxqZGxGclMxVnFNMkZVWVdFek4xaDVObUptTXpaeUwwZHllSEpMVDJzeE4ybEhWRWt2VjNoS01reEdTaTk2UVdvNGRVbFhSR015T1c0M1VEbFVTVzFWZEhCRWJIRktSVGc0UVd4a1ZEWTVTVEJxSzBoM2RVaGhaVkpyT1hnNFVHZE1TMVpKSzA5bE9HeElhVXhuYjNCbVZrUk1kRTF0Wld0VmNIZFFWREppWjFCbmVXWlhRVVZSTDNWR1dqZEJPSG9yYUhOd1pVNHhaV0pPTldOUmVtMWpNbGxRTVhsbWFrUllWemQxYkZWc2IxZENXa3MyVlhocWFGcEJUSGRUUXpRclZXeGllakJJWlc5cWVrNWplRUZsWjFvNFdGZ3ZUbEZWTkZGNVpIQnBOMkZ6WVV4SFJVWXpkbWxVUWtkVE1HRkJPRzVqTDB4aVUyNHJOVFkwUFE9PTp2MHdwWENtSTdEcTlGL3BXMGRDNmNBPT0=
EM STOCK
-
Venda o seu livro
SINOPSE
A percentagem da população portuguesa que pratica desporto continua a ser reduzida e uma das mais baixas de toda a Europa. No entanto, todas as instâncias internacionais que se referem à educação, à saúde e à integração social, são unânimes em considerarem que a prática das actividades do desporto para todos desempenham um papel positivo de enorme importância para o indivíduo em qualquer idade e situação e para a comunidade no seu todo.
Definido com inteira clareza o "direito ao desporto" no n.º 1 do artigo 79º da Constituição, e também nela que compete ao Estado a sua difusão em colaboração com as autarquias locais, as escolas e os clubes, este tem recusado desempenhar tal tarefa. Desta forma chega-se ao ponto de não se concretizar a educação física nas escolas do 1.º CEB, o desporto escolar manter-se num estado de pobreza inaceitável, integrando menos de 20% dos alunos, os clubes desportivos, em lugar de verem reconhecido o seu importante papel, pelo contrário são pressionados para se transformarem em verdadeiras empresas lucrativas.
A intenção de concretizar a orientação de que é o próprio individuo que deve ser o exclusivo responsável pela prática, traduz-se na consigna de que "quem quer desporto, paga-o". De facto, o processo de mercantilização do desporto, seja qual for a situação e a forma de prática, não toma em consideração as dificuldades de vida de uma parte maioritária da população do país. Somente a população com maior capacidade económica é que pode aceder a ela. Desta forma, gera-se um enorme processo desigualitário intensamente injusto, na medida em que a maioria da população fica privada de um factor de melhoria de educação, saúde e qualidade de vida.
As autarquias locais são consideradas como promotoras dos progressos que, neste sector da vida social, se têm verificado. Qual deve ser o seu papel no processo de combate às desigualdades de acesso? Como devem organizar a sua actuação de forma a contribuírem para limitar a desigualdade no acesso provocada pela falta de meios? Qual a concepção que deve orientar o processo de democratização da prática?
Definido com inteira clareza o "direito ao desporto" no n.º 1 do artigo 79º da Constituição, e também nela que compete ao Estado a sua difusão em colaboração com as autarquias locais, as escolas e os clubes, este tem recusado desempenhar tal tarefa. Desta forma chega-se ao ponto de não se concretizar a educação física nas escolas do 1.º CEB, o desporto escolar manter-se num estado de pobreza inaceitável, integrando menos de 20% dos alunos, os clubes desportivos, em lugar de verem reconhecido o seu importante papel, pelo contrário são pressionados para se transformarem em verdadeiras empresas lucrativas.
A intenção de concretizar a orientação de que é o próprio individuo que deve ser o exclusivo responsável pela prática, traduz-se na consigna de que "quem quer desporto, paga-o". De facto, o processo de mercantilização do desporto, seja qual for a situação e a forma de prática, não toma em consideração as dificuldades de vida de uma parte maioritária da população do país. Somente a população com maior capacidade económica é que pode aceder a ela. Desta forma, gera-se um enorme processo desigualitário intensamente injusto, na medida em que a maioria da população fica privada de um factor de melhoria de educação, saúde e qualidade de vida.
As autarquias locais são consideradas como promotoras dos progressos que, neste sector da vida social, se têm verificado. Qual deve ser o seu papel no processo de combate às desigualdades de acesso? Como devem organizar a sua actuação de forma a contribuírem para limitar a desigualdade no acesso provocada pela falta de meios? Qual a concepção que deve orientar o processo de democratização da prática?
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897824753 |
| Editor: | 5livros |
| Data de Lançamento: | março de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 210 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 158 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ensino e Educação
>
Políticas Educacionais e Administração Escolar
|
| EAN: | 9789897824753 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Uma Visão Integrada do Sistema de EnsinoInstituto Piaget5,25€ 10% CARTÃO
-
10%Prismas de FormaçãoEdições Colibri7,60€ 10% CARTÃO