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Crónicas

de Albert Camus
idioma: espanhol
Editor: DEBOLSILLO, maio de 2021 ‧
14,21€
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Un testimonio de primera línea sobre un periodo convulso de la historia moderna, con la firma inconfundible del Premio Nobel de 1957 Publicados en la prensa francesa entre 1944 y 1953, los escritos periodísticos recopilados por Albert Camus en este volumen constituyen un testimonio de primera línea sobre un periodo convulso de la historia moderna. En buena parte provienen de los editoriales de la revista Combat, que el autor dirigió entre 1944 y 1947, aunque no faltan las piezas más personales, como las que responden a la polémica suscitada por El hombre rebelde. El conjunto nos muestra a un escritor incisivo y siempre abierto al diálogo al considerar los hechos más relevantes de su tiempo. Sobre la obra:«La modernidad de Albert Camus debe probablemente mucho al periodismo.»María Santos Sáinz, autora de Albert Camus, periodista: De reportero en Argel a editorialista en París «Camus elaboró una verdadera filosofía de un periodismo crítico, cuyos ejemplos se han vuelto escasos hoy en día.»Robert Kopp «Sus tomas de posición eran audaces, tanto sobre la cuestión de la independencia de Argelia como sobre sus relaciones con el Partido Comunista Francés.»France Inter

Crónicas

de Albert Camus

Propriedade Descrição
ISBN: 9788466355568
Editor: DEBOLSILLO
Data de Lançamento: maio de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Comunicação e Jornalismo
EAN: 9788466355568

SOBRE O AUTOR

Albert Camus

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1957

Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.

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