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Cozinha Arqueológica 1893

de Eça de Queiroz
Editor: Jóias de Cultura, março de 2026 ‧
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Cozinha Arqueológica, originalmente escrito por Eça de Queiroz em 1893 e resgatado em 2026 numa reedição comemorativa pela editora Jóias de Cultura, é um ensaio literário e gastronómico que explora a íntima relação entre a culinária, a erudição e a evolução das sociedades humanas.

A obra reúne três crónicas que o autor publicou na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, motivadas pela sua leitura de O Banquete dos Sábios do autor clássico Ateneu de Náucratis. com a sua ironia e refinamento característicos, Eça mergulha nos hábitos alimentares da Antiguidade Grega e Romana, fazendo desfilar receitas e excentricidades culinárias do passado para defender que a mesa e a adega constituem um dos alicerces mais profundos da civilização.

Mais do que uma mera compilação de curiosidades antigas, o texto serve como uma reflexão sociológica onde o autor propõe que o caráter de um povo e o seu nível de desenvolvimento cultural se podem deduzir simplesmente do seu método de cozinhar e partilhar os alimentos. Com este lançamento, a editora disponibiliza em texto corrido um dos lados menos conhecidos, mas mais saborosos, da vasta erudição queirosiana.

Cozinha Arqueológica 1893

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895448395
Editor: Jóias de Cultura
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 211 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 44
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789895448395

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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