Contos de S. Petersburgo

de Nikolai Gógol
Editor: Saída de Emergência, novembro de 2010 ‧
Os Contos de S. Petersburgo são uma preciosidade única na literatura mundial. Neles se incluem alguns dos trabalhos mais importantes do autor: O Diário de um Louco, O Nariz, ou O Capote.
A sua obra fez de Gogol o maior escritor russo da primeira metade do século XIX, o introdutor do realismo na literatura russa, o precursor genial de todos os grandes escritores que se lhe seguiram. Tal como veio a dizer Dostoiévsky, toda a literatura russa viria a colher em Gogol os maiores ensinamentos. Com profundidade filosófica, crítica ética e social, a sua obra tornou-se intemporal e conquistou para Gogol um lugar de destaque entre os melhores escritores de todos os tempos.

Contos de S. Petersburgo

de Nikolai Gógol

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896372873
Editor: Saída de Emergência
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 228 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789896372873

Uma leitura diferente

Mari

Histórias que retratam de forma surreal a vida mundana, levando as personagens a situações bizarras ou ridículas de onde se tentam salvar, com honra e compostura, enquanto a loucura os assombra. Contos muito peculiares...um dos que achei mais estranho foi o conto "O nariz". Recomendo, pois o universo literário é um pouco diferente daquilo a que estamos acostumados.

Boa aquisição

Natacha Marques

Bom livro, bem escrito, muito intenso.

Fabuloso

Diogo

Cheio de intensidade, capaz de criar um mundo em poucas páginas. Cada parte deste livro é uma experiência incrível.

Literatura russa de muita qualidade

madalena

Com uma imaginação notável envolta numa realidade cuidada, há um jogo de personagens presas a uma época bem vivida. Há uma sensibilidade que nos faz perder, enquanto leitores. Há uma intensidade nas palavras que nos faz viver e empatizar com as personagens e, no momento em que sentimos as suas dores ou as suas alegrias, há um camuflar da situação que encobre a dificuldade e leva a um diluir apaziguador. Mas há exigência! Conseguimos passear na avenida, a Nevsky Prospekt. Mas há necessidade de nos alinharmos com as personagens, na sua forma de vida e de a tornar também nossa. Há empatia. E certo é que Dostoievki tem razão quando afirma que “todos nós saímos do Capote de Gogol”… porque, de facto, é impossível que não o sintamos como nosso também, na dureza que Akakievich sente e que, pelas características tão definidas da personagem nos faz sentir uma “pena” e uma necessidade de o proteger, para que nunca mais nada de mal lhe voltasse a acontecer.

SOBRE O AUTOR

Nikolai Gógol

Nikolai Gógol, autor clássico da literatura russa, nasceu a 20 de março de 1809 (1 de abril pelo nosso calendário gregoriano) na província de Poltava (Ucrânia), no seio de uma família de médios proprietários rurais (1200 hectares e 200 servos da gleba). Partiu jovem para Petersburgo, onde começou por ocupar sucessivos empregos em ministérios, foi professor, ao mesmo tempo que ia escrevendo e publicando em revistas. Passou grande parte da sua vida em viagens pelo estrangeiro e pela Rússia.
Das suas obras destacam-se as coletâneas de contos Noites na Granja ao Pé de Dikanka (1831-32), Mírgorod (1835), os Contos de São Petersburgo («Avenida Névski» [1834], «Diário de um Louco» [1834], «O Nariz» [1836], «O Retrato» [1841] «O Capote» [1841], e «A Caleche» [1836]) e as peças de teatro O Inspector (1836) e O Casamento (1842). O romance Almas Mortas, do qual só o primeiro tomo ficou completo, foi publicado em 1842.
Depois de uma lenta agonia, Nikolai Gógol morreu de doença nervosa e desespero espiritual a 21 de fevereiro (4 de março pelo nosso calendário) de 1852.

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