Contos de Aleksandr Púchkin

de Aleksandr Púchkin

editor: Relógio D'Água, dezembro de 2004
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«Aleksandr Púchkin (1799-1837) nascido no mesmo ano que Garrett em Portugal, não é apenas, na sua curta vida atribulada e na sua criatividade assombrosa, a entrada triunfal do Romantismo na Rússia, após anos em que "antigos" e "modernos" lutavam pela supremacia: é não só, ainda hoje, o maior poeta da Rússia, como também a personalidade de quem decorre toda a literatura russa moderna, à qual abriu todos os caminhos que ela veio a trilhar, e de quem as artes vieram a inspirar-se profusamente na Rússia, para a magnificante floração estética da segunda metade do século XIX, que colocou o país na vanguarda da cultura ocidental.» Jorge de Sena

Contos de Aleksandr Púchkin

de Aleksandr Púchkin

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727087327
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: dezembro de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 215 x 15 mm
Páginas: 188
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789727087327
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pequenos delírios

Paulo Jorge

pequenos escritos magnificos , e como alguém dizia e muito bem , de uma criatividade assombrosa e floração estética incontornáveis. Linguagem fluída e leve, verdadeiro delírio literário.

Aleksandr Púchkin

"Aleksandr Serguéevitch Púchkin nasceu em Moscovo a 26 de maio de 1799 (6 de junho de acordo com o novo calendário), na família do major-guarda na reserva Serguei Púchkin. Púchkin nasceu nobre, oriundo de uma velha linhagem russa. (...) Nobre mas sem título nem fortuna, alheio a alguma nobreza adventícia e oportunista que ele zurze desde muito cedo nos seus epigramas, Púchkin identifica-se e faz identificar a sua obra com a nobreza acima de toda a conjuntura social, política ou outra, com a independência e liberdade adquiridas por mérito ancestral. A obra de Púchkin vai cavar às origens, direta ou indiretamente, e sempre em profundidade, esse sentido estético de nobreza que confere liberdade, numa espécie de 'transfert' poético, em que o sangue é antigo mas vivo, puro mas livre (a liberdade da miscigenação, recorrência da sua ascendência africana). (...) Até aos 12 anos, permaneceu em casa, educado por precetores franceses. Aos nove anos lia Plutarco e Homero, clássicos e filósofos franceses, inclusive Voltaire. (...) Entra para o recém-fundado liceu de Tsárskoe Seló, destinado a preparar os filhos dos nobres para altos funcionários do Estado. (...) Liberto do regime rigoroso do liceu, o poeta compensa os anos de reclusão escandalizando toda a gente com as suas aventuras amorosas e provocando a irritação das autoridades com as suas poesias satíricas e epigramas atrevidos, em que não poupa até o czar Alexandre I. Seria injusto dizer que o jovem poeta apenas se diverte: também escreve, e muito. Além das numerosas poesias, trabalha, de 1817 a 1820, no seu primeiro poema - um conto de fadas em verso - 'Russlan e Liudmila', que irá impressionar os contemporâneos pelas imagens vivas e brilhantes e pela maturidade da linguagem poética. (...) Grave para o poeta (que se mostrou incorrigível perante as autoridades), foi o ser exilado em 1824 para a província de Pskov, aldeia de Mikháilovskoe, sem o direito de abandonar o local. (...) O novo czar, Nicolau I, manda-o logo regressar a Petersburgo e a vida do poeta muda radicalmente. Nicolau recebe Púchkin. (...) O poeta ficou livre, mas não tanto. Podia deslocar-se livremente, mas tinha de informar as autoridades. Continuava vigiado, quer nas suas deslocações, quer na apreciação da lealdade política dos seus escritos. (...) Entretanto, em 1830, casara com a bela Natália Gontcharova. (...) Foi neste transe da sua vida que surgiu um jovem francês ao serviço da Rússia, Georges d'Anthès, que se pôs a cortejar a bela Gontcharova. (...) Púchkin, louco de raiva, desafiou d'Anthès. O duelo não chegou a realizar-se. Seguidamente, uma cilada, com a cumplicidade de uma dama da corte, proporcionou um falso encontro entre Natália e d'Anthès. Natália, escandalizada, abriu-se com o marido. O duelo era inevitável. (...) A 27 de janeiro de 1837, nos arredores de Petersburgo, Púchkin, um ótimo atirador, falhou (propositadamente?) o seu adversário. Foi atingido na barriga e levou dois dias em atroz agonia até morrer. (...) Nos dez últimos anos da sua vida, Púchkin escreve, além de inúmeras poesias, cinco poemas, entre os quais 'Poltava' e 'O Cavaleiro de Bronze', acaba em 1831 o seu romance em verso 'Evguéni Onéguin' (que lhe custou oito anos de trabalho), cinco contos clóricos e populares em verso, publica a tragédia 'Boris Godunov' escrita no exílio de Mikháilovskoe e escreve mais seis obras dramáticas; escreve os contos que deram início ao desenvolvimento dos géneros prosaicos na Rússia; trabalha como crítico literário (...), escreve ensaios sobre temas históricos."
Nina Guerra e Filipe Guerra, na introdução a "O Cavaleiro de Bronze e Outros Poemas"

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