Confissões de Uma Máscara
Livro 12
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-989-711-056-6 |
| Editor: | Livros do Brasil |
| Data de Lançamento: | outubro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 120 x 180 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 240 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Miniatura |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978989711056610 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Compreender o amor, a sexualidade e a nós mesmos
Ana Gonçalves
Trata-se de uma história de um rapaz, no Japão pós-guerra, em que é retratada a dificuldade em nos compreendermos, e em entender o amor e a sexualidade. Aconselho a leitura para quem deseje conhecer o autor, pois é uma leitura rápida e agradável, sem que o conteúdo seja prejudicado.
Carnalidade e Morte do Meu Genuíno Eu
Ana
Surpreende-me sempre como certos livros têm a magia da intemporalidade e da universalidade, mesmo possuindo alguns elementos temporalmente e geograficamente contextualizadores. Também, como (pelo menos por enquanto) eternamente certas convenções sociais e culturais persistem transversalizadas neste pequenino planeta e impregnadas no nosso efémero viver, e tentam controlar o direito de escolha individual à sexualidade e à morte. O lento cair da máscara. Enquanto ia lendo estas confissões, a palavra persona emergiu na minha cabeça, lembrando-me amiúde de “A criança de Areia”, de Tahar Bem Jelloun. Porque Mishima não reflete somente sobre a lenta, perturbada e conturbada descoberta da sua verdadeira sexualidade no mundo que lhe coube em sorte, ele e Jelloun colocam-nos na nossa própria casa de espelhos e induzem-nos a olhar-nos neles, a confrontar-nos com todas aquelas personas que vamos elaborando e que connosco transportamos (não poucas vezes penosamente) durante as nossas paralelas vidas, neste exíguo e precioso tempo que tão descuidadamente desbaratamos em egocentrismos, superficialismos e frivolidades. O lento cair do pano. Se sobre a morte (em si) sabemos cada vez menos, sobre o direito de morrer nem vale a pena falar. Mas Mishima inquieta-nos, não tentando impor-nos um posicionamento, nem tão pouco uma reflexão, mas expondo cruamente como ela se vai construindo como elemento próprio da nossa existência inteira. E, afirmando com a sua atitude, como não estamos condenad@s a esperar que ela aconteça, mas que somos livres de a assumir, quando maduramente dela nos quisermos apropriar, como direito nosso. Pequena nota: Como Mishima evoca num quase mimetismo a assunção de uma sexualidade humana “invertida” e uma sexualidade floral que também naturalmente o é.
Máscara poliédrica
Agostinho Pissarreira
Gostei muito deste livro. É um livro profundo que relata com incisão as lutas, as contradições, os enigmas, os medos e os conflitos internos (insolúveis?!) do autor no que diz respeito à sexualidade, ao seu relacionamento com o amor, os afectos, o ser humano. Recomendo.
Fantástico
Vitor Pimenta
A obra que consagrou o autor que na altura tinha apenas 24 anos. Foi a rampa de lançamento para o mais genial escritor japonês do pós-guerra
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