Confissões de Um Pecador

de Santo Agostinho
Editor: Coisas de Ler, maio de 2007 ‧

Uma das maiores explorações do pecado, epifania e redenção alguma vez escrita, as "Confissões" de Santo Agostinho continuam a moldar as nossas ideias com a sua apaixonada afirmação do poder da fé para mudar vidas.
As "Confissões" são a sua obra de maior interesse literário, em que ele narra a sua vida, em particular a experiência espiritual que acompanhou a sua conversão.

Confissões de Um Pecador

de Santo Agostinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728710743
Editor: Coisas de Ler
Data de Lançamento: maio de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 211 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 118
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789728710743

demência

H. Vinagre

Não consegui ler este livro até ao fim. Este homem é um demente. Acabei folheando-o. O objectivo da compra era ver “preto no branco” os seus conceitos sobre relações sexuais, mas infelizmente acho que não estão neste livro. O homem sobre este assunto acha que ter relações sexuais fora do matrimónio é “pecado mortal”. Também é “pecado mortal” relações sexuais dentro do matrimónio que não sejam para fazer filhos (aqui lembrei-me do poema da Natália Correia dedicado ao ex-deputado Morgado do CDS que também achava que ter relações sexuais eram só para fazer filhos…e como só teve 2, só lá foi 2 vezes). Infelizmente a igreja considera-o notável…

Uma questão de fé...

Paula Cristina Correia Pereira Viela

Li todo o livro e achei interessante...mas é mesmo uma questõ de fé.

SOBRE O AUTOR

Santo Agostinho

Agostinho cresceu no norte da África colonizado por Roma, educado em Cartago. Foi professor de retórica em Milão em 383. Seguiu o Maniqueísmo nos seus dias de estudante e se converteu ao cristianismo pela pregação de Ambrósio de Milão. Foi batizado na Páscoa de 387 e retornou ao norte da África, estabelecendo em Tagaste uma fundação monástica junto com alguns amigos. Em 391 foi ordenado sacerdote em Hipona. Tornou-se um pregador famoso (há mais de 350 sermões dele preservados, e crê-se que são autênticos) e notado pelo seu combate à heresia do Maniqueísmo. Defendeu também o uso de força contra os Donatistas, perguntando "Por que (...) a Igreja não deveria usar de força para compelir seus filhos perdidos a retornar, se os filhos perdidos compelem outros à sua própria destruição?" (A Correção dos Donatistas, 22-24) Em 396 foi nomeado bispo assistente de Hipona (com o direito de sucessão em caso de morte do bispo corrente), e permaneceu como bispo de Hipona até sua morte em 430. Deixou seu monastério, mas manteve vida monástica em sua residência episcopal. Deixou a Regula para seu monastério que o levou a ser designado o "santo Patrono do Clero Regular", que é uma paróquia de clérigos que vivem sob uma regra monástica. Agostinho morreu em 430 durante o cerco de Hipona pelos Vândalos. Diz-se que ele encorajou seus cidadãos a resistirem aos ataques, principalmente porque os Vândalos haviam aderido ao arianismo, que Agostinho considerava uma heresia.

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