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A Mentira | Contra a Mentira

de Santo Agostinho
Editor: Paulinas Editora, maio de 2018 ‧
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O opúsculo A mentira foi escrito em 395, pouco antes de Agostinho suceder a Valério na Diocese de Hipona e num momento em que o Santo inicia uma revisão da sua vida passada que se consubstanciará nas Confissões (escritas entre 397 e 400).

Nele Agostinho aborda confusamente - como ele mesmo refere - o tema da mentira, pelo que chegou a mandar destruí-lo em duas ocasiões. O opúsculo contra a mentira, por seu turno, foi redigido vinte e cinco anos mais tarde, em 420, reagindo contra alguns católicos a quem parecia bem usar da simulação para se infiltrarem em meios priscilianistas e os denunciarem.

Agostinho opõe-se claramente a essa atitude e manifesta-se contra toda a espécie de mentira.

A Mentira | Contra a Mentira

de Santo Agostinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896736439
Editor: Paulinas Editora
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 213 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Sabedoria Cristã
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 5603658164077

SOBRE O AUTOR

Santo Agostinho

Agostinho cresceu no norte da África colonizado por Roma, educado em Cartago. Foi professor de retórica em Milão em 383. Seguiu o Maniqueísmo nos seus dias de estudante e se converteu ao cristianismo pela pregação de Ambrósio de Milão. Foi batizado na Páscoa de 387 e retornou ao norte da África, estabelecendo em Tagaste uma fundação monástica junto com alguns amigos. Em 391 foi ordenado sacerdote em Hipona. Tornou-se um pregador famoso (há mais de 350 sermões dele preservados, e crê-se que são autênticos) e notado pelo seu combate à heresia do Maniqueísmo. Defendeu também o uso de força contra os Donatistas, perguntando "Por que (...) a Igreja não deveria usar de força para compelir seus filhos perdidos a retornar, se os filhos perdidos compelem outros à sua própria destruição?" (A Correção dos Donatistas, 22-24) Em 396 foi nomeado bispo assistente de Hipona (com o direito de sucessão em caso de morte do bispo corrente), e permaneceu como bispo de Hipona até sua morte em 430. Deixou seu monastério, mas manteve vida monástica em sua residência episcopal. Deixou a Regula para seu monastério que o levou a ser designado o "santo Patrono do Clero Regular", que é uma paróquia de clérigos que vivem sob uma regra monástica. Agostinho morreu em 430 durante o cerco de Hipona pelos Vândalos. Diz-se que ele encorajou seus cidadãos a resistirem aos ataques, principalmente porque os Vândalos haviam aderido ao arianismo, que Agostinho considerava uma heresia.

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