Casa da Malta

Livro 1

de Fernando Namora

editor: Publicações Europa-América
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Refúgio de oprimidos, de famintos de pão e calor humano, casa de vagabundos, símbolo de solidariedade, muro por detrás do qual se defende desesperadamente a dignidade humana. Uma obra que marcou definitivamente o percurso de um grande escritor.

«Era uma espécie de saguão, colado à forja do ferreiro. Em tempos servira de abrigo às manadas de porcos da Granja; mas o patrão fora-se para a cidade, o portão de castanho velho abrira feridas ao sol e às chuvas das bandas do montado, e agora os que vinham de longe para roubar, pedir, emigrar, sabiam que ali era a sua casa.»

Casa da Malta

de Fernando Namora

ISBN: 9789721003491
Editor: Publicações Europa-América
Idioma: Português
Dimensões: 113 x 174 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Série Grandes Obras
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 5601072555006
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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'A casa da Malta' e o neo-realismo português

N. H. S. Ferreira

Este é o conto da miséria do enjeitados da sociedade da década de 50. Aqui são narradas as pequenas 'vidas' de gentes, cuja a pobreza se funde com os costumes de uma sociedade esquecida no meio da realidade de um país que parece moribundo. A 'Casa da Malta' é o ponto de chegada e o 'banco de descanso' daqueles que partiram de um algum lugar onde o seu espaço parecia ser de outros.

Fernando Namora

Romancista, ensaísta, poeta e também pintor (1919-1989). Detentor de uma obra vasta e multifacetada, iniciou-se na prosa em 1938 com As Sete Partidas do Mundo, ficção em moldes presencistas. Notabilizou-se com Fogo na Noite Escura (1943). Mais tarde, em 1948, escreveu a 1ª série de Retalhos da Vida de um Médico, e em 1963 escreveu a 2ª série. Trata-se de uma obra marcada pela vivência da sua profissão de clínico. Em 1954 saiu O Trigo e o Joio. Nessa mesma década sofreu Namora a influência do existencialismo, visível em obras como O Homem Disfarçado (1957) e Cidade Solitária (1959). O Rio Triste, publicado em 1982, é, porventura, um dos seus melhores romances.

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