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Casa da Malta

de Fernando Namora
Livro eBook
Editor: Editorial Caminho, junho de 2022 ‧
15,90€
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Numa gélida e pobre aldeia do interior vive Abílio, um garoto que ajuda, para sobreviver, o dono da taberna local. Um dia uma troupe de malabaristas de circo, que ganha a vida de terra em terra com as esmolas que recebe dos aldeãos, passa na aldeia. O Abílio apaixona-se pelo toque do cornetim que anuncia o circo, tocado por outro garoto mais ou menos da sua idade, e decide abandonar a aldeia e acompanhar o circo nas suas andanças. A obra percorre várias histórias da localidade e dos seus habitantes, até que o circo vai regressar à aldeia e Abílio pretende ficar na sua aldeia, mas tem vergonha, pois vem mais pobre do que quando partiu. A casa da malta é onde se vão acolher todos os vagabundos e desvalidos que passam por aquela aldeia.

«Eis, então, que sobre o aceno da infância incidia agora uma luz crua e reveladora. Eis o povo. As realidades elementares, mas pungentes, cálidas e verídicas: o trabalho, a servidão, o amor, sentimentos e coisas apreendidos na carne, que resistiram à adulação das palavras.»
Fernando Namora

Casa da Malta

de Fernando Namora

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722131629
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: junho de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 237 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722131629

SOBRE O AUTOR

Fernando Namora

Fernando Namora nasceu em Condeixa (15 de abril de 1919) e licenciou-se em Medicina na Universidade de Coimbra. É no ambiente coimbrão, sobretudo no meio estudantil, que as suas primeiras obras radicam.
Fernando Namora é um dos mais destacados criadores do neorrealismo, a que deu uma feição peculiar, sobretudo quando a sua arte absorve, renova, a mais genuína tradição picaresca peninsular ou as experiências da modernidade.
Fernando Namora foi galardoado com prémios tão relevantes como o José Lins do Rego, o Prémio Ricardo Malheiros, da Academia de Ciências de Lisboa, os SOPEM e D. Dinis, entre vários. Foi agraciado com o Grande Oficialato da Ordem de Santiago e com a Grã Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique em 1988. Fernando Namora morreu em 31 de janeiro de 1989.

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