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Cartas a Cecília

E outra correspondência

de Diana de Aveleda
Editor: Edições Humus, agosto de 2021 ‧
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«Quase sempre saía só, levando apenas um livro comigo.
Esta faculdade de sair só! Atreves-te a marcar-lhe o preço?
Só, só, repara bem! Só por meio dos campos, só à sombra dos bosques, só pelas margens arrelvadas dos ribeiros! Que vida! Que desafogo! Que liberdade de respirar e, o que é mais ainda, de cismar!»

Para uns pseudónimo, para outros heterónimo, Diana de Aveleda viveu sempre à sombra de Júlio Dinis. A publicação das suas cartas em volume autónomo procura dar-lhe nova visibilidade no conjunto da obra dinisina.

Livros cosidos, com folhas não aparadas, à semelhança do que se fazia no passado. A editora liga assim a coleção à História do Livro e associa-lhe uma vantagem ecológica, evitando o desperdício de papel. «Os seus livros serão procurados como lugares repousados, de largos ares, onde os nervos se vão equilibrar e se vai pacificar a paixão e o seu tormento.»
Eça de Queirós

Cartas a Cecília

E outra correspondência

de Diana de Aveleda

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897556586
Editor: Edições Humus
Data de Lançamento: agosto de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 122 x 165 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 188
Tipo de produto: Livro
Coleção: A Ilha
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789897556586

SOBRE O AUTOR

Diana de Aveleda

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre romantismo e realismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.

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