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Barbatanar nas Cores do Arco-íris

de Carlos Canhoto; Ilustração: Marc
Editor: Grácio Editor, dezembro de 2010 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Diferente, mas contente, Flu é a heroína desta estória mágica. A sua curiosidade infinita leva-a a querer tocar nas Cores do Arco-Íris. Na capa, a genialidade do título e a frescura da colorida ilustração cativa-nos e desafia-nos a abrir, folhear e lêr as aventuras que ali se escondem. Afinal, o que significará esta nova palavra? Poderemos também nós, leitores, "Barbatanar nas cores do Arco-Íris"? Qual será a cor da Amizade? E do Amor? Mas a Flu não barbatana sozinha, todas as personagens que a rodeiam têm a sua função, ora guiando-a pelos cantos e recantos daquelas águas, ora acompanhando-a nas suas barbatanagens. À medida que explora e explica o ambiente dos rios e dos seus pequenos habitantes, o autor procura fazer emergir uma panóplia de valores, como a Amizade, a Tolerância pela Diferença, o Respeito pela Natureza, tão esquecidos pelo Homem, mas essenciais, mesmo à vida de um peixinho. E é então no desaguar das águas desta estória que encontramos o lago dos sonhos por concretizar.

Barbatanar nas Cores do Arco-íris

de Carlos Canhoto; Ilustração: Marc

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898377081
Editor: Grácio Editor
Data de Lançamento: dezembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 212 x 215 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
EAN: 9789898377081

SOBRE O AUTOR

Carlos Canhoto

Carlos Canhoto é alentejano de Pavia, cuidador de campos e horta, apicultor, marionetista, pescador de estrofes e de gentes contadas. Também responde pelo nome de batismo: António Luís Carlos. Lançou as primeiras palavras ao vento em 1981, participando na coletânea Folhas em Diálogo. Anos mais tarde, começa a dedicar-se ao público infantojuvenil, embora aquelas histórias ilustradas sejam para todas as idades. Publicou Barbatanar nas Cores do Arco-íris (2006, Plano Nacional de Leitura) e Pirá, a Piranhita Desdentada (2007, aconselhado pela Casa da Leitura da Fundação Calouste Gulbenkian) com ilustrações de Marc Parchow; Anuro, o Sapo Sapinho, o Sapo Sapão (2014), ilustrado por Rita Goldrajch, Serei uma Plantinha Daninha? selecionado pela RTP 2 para as Histórias Zigzásticas, episódio n.º 2, e pelo Ministério da Educação para o Estudo em Casa — Área Ciências Exatas e Experimentais, 5º e 6º ano — Cidadania e Desenvolvimento (2015), com ilustrações de Danuta Wojciechowska, A minha Avó Felicidade (2016), Zi, A Abelha Zonza (2019, Plano Nacional de Leitura) e O Baú Mágico do Meu Pai (2020), ilustrados por grão de pó; Pirilampo, o Velho Pescador de Histórias (2018), com ilustrações de Paulo Galindro; e O Grande Avô Lafaek (2021, edição bilingue em português e tétum), ilustrado por Alice Alves.
Publicou ainda O Monte Secou (Prémio Maria Rosa Colaço 2006), com ilustrações de Zé Gandaia, e O Homem a Quem Tiraram a Idade (2006). Contribuiu para as coletâneas de contos Curtinhas à Sexta-Feira (2014) e Bad Girl (2015).

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