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Aquela Madrugada no Ritz

de Joel Costa
Editor: Casa das Letras, novembro de 2008 ‧
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Amor, política e mistério numa Lisboa onde não era costume acontecer nada, mas onde tudo parecia estar prestes a acontecer.

No dia 9 de Março de 1971, António Luís Fabrício, um jovem recém-licenciado em História, está sentado no café Monte Carlo a ler o jornal, ao mesmo tempo que ouve a conversa da mesa do lado, entre Carlos de Oliveira e Augusto Abelaira, dois dos seus escritores favoritos. É subitamente surpreendido pelo comunicado que dá conta do atentado bombista à Base Aérea de Tancos. Pouco depois, alguém o alicia para um emprego que o compromete em estranhas investigações históricas.
No dia 24 de Abril de 1974, António Luís Fabrício e Zemira, apaixonadíssimos, decidem passar a sua primeira noite de amor no anonimato de um hotel. Ao romper da manhã são acordados pelo acontecimento, pela ruptura.
Aquela Madrugada no Ritz é o segundo título do ciclo de romances de Joel Costa iniciado com O Assassino de Salazar. Narrativa a várias vozes e a várias luzes do pós-salazarismo, um tempo de expectativas e decepções, entre relativas aberturas políticas, boatos, manifestações, iminência de golpes de Estado e acções terroristas na cidade onde nada era costume acontecer, onde tudo parecia estar para acontecer e não acontecia.

Aquela Madrugada no Ritz

de Joel Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724618487
Editor: Casa das Letras
Data de Lançamento: novembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 229 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 310
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724618487

SOBRE O AUTOR

Joel Costa

Joel Costa, personagem atípica e polidisciplinar, nasceu em Lisboa e não tem a mínima formação universitária.
Foi exercendo na vida e nas circunstâncias intersticiais do tempo, o inteiro e o parcial, diversas e quase disparatadas actividades: paquete, bancário, empregado de escritório, contraguerrilheiro forçado, contabilista incompetente, dactilógrafo temporário, auxiliar de cartografias, cantor lírico, sindicalista, actor de cinema, novelista de gaveta, dramaturgo de cesto de papéis, conferencista de pequeno (e por vezes mau) porte, assessor político, classificador de espectáculos e ghost writer - embora, como grande admirador de romancistas americanos, também gostasse de ter sido marinheiro, publicitário, porteiro da noite, alcoólico, piloto aviador na II Guerra, estucador, jornalista e pastor evangélico.
Em 1994, por um acaso, inicia a inesperada actividade de autor radiofónico. Colabora com a RDP-Antena 2 e é autor de trabalhos que têm merecido o reconhecimento do público e da crítica: Questões de Família e Questões de Moral - actualmente no ar -, além de outras colaborações avulsas. Em 2003, o grupo de teatro Intervalo levou à cena a sua comédia Isto é a Gente a Falar.

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