Apologia de Sócrates
Editor:
Editora Guerra & Paz, março de 2020 ‧
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SINOPSE
Em 399 a. C., os atenienses levaram a julgamento Sócrates, um cidadão com cerca de 70 anos, acusando-o de impiedade: não prestaria culto aos deuses da cidade e introduzia nela estranhas divindades, alheias à tradição. A segunda acusação era a de que, por lhe ensinar estas novas crenças, Sócrates corrompia a juventude.
Os acusadores pediam a sua morte. A defesa de Sócrates, o seu discurso, é a matéria deste livro. Um homem enche a tarde de Atenas com as suas palavras. Condenam-no à morte e ele bebe, sereno, uma taça de cicuta: com este estranho ritual, com estes gestos, se estabeleceu o começo da forma de pensar e argumentar a que chamamos filosofia. Não podia ter havido começo mais poético nem mais trágico.
Os acusadores pediam a sua morte. A defesa de Sócrates, o seu discurso, é a matéria deste livro. Um homem enche a tarde de Atenas com as suas palavras. Condenam-no à morte e ele bebe, sereno, uma taça de cicuta: com este estranho ritual, com estes gestos, se estabeleceu o começo da forma de pensar e argumentar a que chamamos filosofia. Não podia ter havido começo mais poético nem mais trágico.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897025389 |
| Editor: | Editora Guerra & Paz |
| Data de Lançamento: | março de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 208 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 96 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Livros Brancos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Plano Nacional de Leitura
>
Maiores de 18 anos
>
Vida Prática
|
| EAN: | 9789897025389 |
OPINIÃO DOS LEITORES
O pai da argumentação
António
Lê-se num fim de semana. O dialogo entre Sócrates e Meleto é simplesmente brilhante.
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