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Utopia

de Thomas More; Tradução: Berta Mendes e Helder Guégués

editor: BookBuilders, fevereiro de 2019
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«As leis são muito poucas e, no entanto, chegam para as instituições. O que sobretudo os Utopianos desaprovam nos outros povos é a qualidade infinita de volumes de leis e de comentários que, no entanto, não chegam para manter a ordem pública. Consideram uma suprema injustiça algemar os homens com leis demasiado numerosas para que delas possam tomar conhecimento, ou, então, demasiado obscuras para que as possam compreender.»

Por excelência o livro ficcional que mais contribuiu para a filosofia moderna. A descrição da ilha de Utopia feita pelo viajante português Rafael Hitlodeu.

A descrição da sociedade perfeita feita por um viajante português segue-se a uma conversa entre vários personagens verídicos com quem Thomas More se cruzou e que discutem o alfabeto de Utopia, uma linguagem que enforma uma realidade sociopolítica perfeita que se vive na ilha de Utopia.

Obra cimeira do pensamento político, a Utopia é um clássico do seu género. A palavra cunhada por Thomas More acabou por se politizar e adquirir significados algo distantes do seu sentido originário: o nome de uma ilha situada em nenhures.

Utopia passou, assim, a designar, numa acepção positiva, todas as aspirações do Homem, do seu ideal de vida, e todas as visões fantásticas do futuro de abundância e reconciliação das tensões humanas.

Utopia

de Thomas More; Tradução: Berta Mendes e Helder Guégués

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898973016
Editor: BookBuilders
Data de Lançamento: fevereiro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 206 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos do Pensamento Político
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789898973016
e e e e E

Utopiano

João Lopes

A "Utopia" é a obra que definiu a palavra, o ovo antes da galinha, que trouxe para a discussão uma sociedade perfeita, onde se vive em plena harmonia com a natureza e entre todos os cidadãos. Escrita em diálogo, transporta o autor para uma vivência quase real do que ali se trata em primeira mão. Revela um pensamento assaz perspicaz de More.

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Clássico

José Manuel Rodrigues dos Santos

Este livro é um clássico conhecido por todos mas lido por poucos. A introdução brilhante de Miguel Morgado é um bónus para esta belíssima edição. Recomendo a todos os que tenham um interesse acrescido à origem desta palavra tão utilizada hoje em dia e, em especial, aos amantes de ciência política e literatura política.

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Utopia

Raul Cerqueira Bastos

Livro muito interessante, ainda não terminei.

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Ensaio ou novela?

Miguel Henriques

Um livro com 500 anos, um ensaio social e político actual, uma novela ficcional que faz esta ponte temporal através da narrativa de um português navegador, que traz noticia de um novo mundo (a ilha da Utopia onde a sociedade é gerida de forma modelar) ao velho mundo europeu das injustiças sociais. O ensaio “disfarçado” de diálogo (entre os seus participantes e o próprio leitor que reflecte) mostra como as utopias podem ser perseguidas como modelos mas não devem ser atingidas na sua plenitude. É também uma peça fabulosa de literatura pela forma como “brinca” com a realidade e a ficção. Faz de T. More autor, um More personagem, e ao mesmo tempo de Rafael um seu alter-ego o que culmina então com um diálogo entre o autor e o seu alter-ego, mediado por ele personagem. Fabuloso.

Thomas More

Thomas More (1478-1535) foi um insigne advogado e jurista inglês, exerceu cargos de administração na cidade de Londres e foi deputado ao parlamento em três ocasiões.
A sua vasta experiência profissional e política fez com que Henrique VIII o chamasse a integrar o seu Conselho Real (Privy Council) e, depois, no auge de uma carreira política, o nomeasse Chanceler do Reino, em 1529. Intransigente nos seus princípios morais e de cidadão católico, Thomas More foi condenado à morte pelo mesmo Henrique VIII depois de se recusar a jurar a Lei da Sucessão, e depois da Supremacia, que consagrava o Rei como chefe da Igreja Católica inglesa e consumava a rutura com o Papa.
Foi beatificado em 1886 pelo Papa Leão XIII. Quarenta e nove anos mais tarde, Pio XI canonizava-o.

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