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Anúncios & Cartazes
Um ano depois do 25 de Abril
Editor:
Palimage, abril de 2014 ‧
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SINOPSE
A força do acaso e a geografia dos encontros inesperados sempre me surpreenderam, como se entre certas pessoas e lugares existisse uma rede invisível. Há afinidades que nunca chegam a revelar-se, outras que se revelam por coincidências bizarras.
Em Anúncios & Cartazes, Carlos Felipe Moisés conta que em mil novecentos e sessenta e dois, ao ler Rumor Branco, descobriu parentescos entre os seus versos precoces e aquele livro de um português desconhecido. Depois disso, passámos em diferentes épocas pelos mesmos lugares e cruzámo-nos com as mesmas pessoas. Mas só em mil novecentos e setenta e cinco, treze anos mais tarde, nos encontrámos na efervescência da Lisboa revolucionária.
Já então ele "tropeçara" em Pessoa depois de "tropeçar" em Mário de Andrade, outra figura tutelar da sua irónica e austera poesia. A qual tem até hoje seguido o lema latino non multa sed multum, não volumosa mas valiosa, sabiamente contida, cuidada e concentrada em poucos volumes. Numerosos são, pelo contrário, os estudos, ensaios e antologias que dedicou aos seus autores, bem como as dezenas, talvez centenas de recensões aparecidas em revistas e jornais de ambos os lados do mar.
O que caracteriza tanto a sua prosa crítica como a agilidade de Anúncios & Cartazes é o rigor do olhar, a fuga ao palavroso e a procura de uma escrita exacta. Gostaria de pensar que essa auto-exigência de clareza é uma coordenada comum às nossas cartas de marear.
Em Anúncios & Cartazes, Carlos Felipe Moisés conta que em mil novecentos e sessenta e dois, ao ler Rumor Branco, descobriu parentescos entre os seus versos precoces e aquele livro de um português desconhecido. Depois disso, passámos em diferentes épocas pelos mesmos lugares e cruzámo-nos com as mesmas pessoas. Mas só em mil novecentos e setenta e cinco, treze anos mais tarde, nos encontrámos na efervescência da Lisboa revolucionária.
Já então ele "tropeçara" em Pessoa depois de "tropeçar" em Mário de Andrade, outra figura tutelar da sua irónica e austera poesia. A qual tem até hoje seguido o lema latino non multa sed multum, não volumosa mas valiosa, sabiamente contida, cuidada e concentrada em poucos volumes. Numerosos são, pelo contrário, os estudos, ensaios e antologias que dedicou aos seus autores, bem como as dezenas, talvez centenas de recensões aparecidas em revistas e jornais de ambos os lados do mar.
O que caracteriza tanto a sua prosa crítica como a agilidade de Anúncios & Cartazes é o rigor do olhar, a fuga ao palavroso e a procura de uma escrita exacta. Gostaria de pensar que essa auto-exigência de clareza é uma coordenada comum às nossas cartas de marear.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897031069 |
| Editor: | Palimage |
| Data de Lançamento: | abril de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 162 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 124 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Imagens de Hoje |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789897031069 |
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